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Quais os sintomas de colesterol alto? O que aumenta e o que fazer?
Dra. Rafaella Eliria Abbott Ericksson
Dra. Rafaella Eliria Abbott Ericksson
Clínica médica e Neurologia

De forma geral, o colesterol alto não apresenta sintomas. Somente por meio de um exame de sangue é possível confirmar se você está ou não com o colesterol elevado.

Entretanto, quando o colesterol se encontra muito alto, algumas pessoas podem apresentar placas amarelas na pele chamadas de xantelasmas. Dor e inchaço na barriga também podem ocorrer.

O colesterol alto por um longo período de tempo pode provocar acidente vascular cerebral, infarto agudo do miocárdio e doença arterial periférica (má circulação das pernas).

Sinais de colesterol alto

Os sintomas de colesterol elevado praticamente não existem. Quando está excessivamente alto pode ocasionar o acúmulo de gordura no fígado. Este acúmulo de gordura pode desencadear sinais como:

Xantelasma

Os xantelasmas aparecem na pele em forma de bolinhas ou placas de gordura que pode ter diversos tamanhos, têm uma cor amarelada e bordas bem definidas.

Surgem principalmente em torno dos olhos, mas também podem aparecer no antebraço, nas mãos e nos tendões.

Inchaço e dor abdominal

Quando o colesterol se encontra muito elevado, a gordura pode se depositar no fígado e provocar o seu aumento de tamanho. O baço também pode aumentar.

O aumento destes órgãos causa a dor e o inchaço abdominal. Com o passar do tempo, a dor na barriga pode se tornar intensa e ser acompanhada de náuseas.

Estes sintomas somente aparecem quando as taxas de colesterol estão extremamente elevadas.

O que causa o aumento do colesterol?

O aumento do colesterol pode ser provocado por condições diversas. Entre elas estão:

Histórico familiar (predisposição genética)

Ocorre quando o há um histórico familiar de colesterol elevado. Neste caso, o próprio organismo fabrica excessivamente o colesterol, independente se a pessoa tem uma alimentação saudável ou não.

Se algum familiar próximo como avós, mãe, pai, tios e irmãos têm colesterol elevado, é necessário que você faça exame de sangue regularmente.

Alimentação rica em gorduras

O elevado consumo de carne gordurosas, óleos saturados, manteiga, creme de leite, queijos e de outros alimentos ricos em gordura podem elevar os níveis de colesterol.

Hábitos e estilos de vida

Alguns comportamentos e condições alteram o metabolismo das gorduras e são capazes de desencadear o aumento do colesterol:

  • Sedentarismo;
  • Tabagismo;
  • Diabetes;
  • Abuso de álcool;
  • Estresse;
  • Ansiedade.
  • Uso de medicamentos sem o devido controle médico: especialmente os anticoncepcionais, estrógenos, corticoides, diuréticos e antidepressivos.

Além destes fatores, os níveis de colesterol tendem a aumentar com a idade. Nas mulheres, que geralmente apresentam colesterol mais baixo, o aumento das taxas de colesterol costuma acontecer após a menopausa.

O que fazer para reduzir o colesterol e tratar o colesterol elevado

Algumas medidas simples podem ajudar a promover um bom funcionamento do organismo para que ele metabolize melhor as gorduras. Estas medidas são:

  • Evite o consumo de alimentos gordurosos;
  • Pratique atividade física durante no mínimo 30 minutos por dia e por, pelo menos, cinco dias na semana;
  • Pare de fumar;
  • Não consuma bebidas alcoólicas em excesso.

Se com estas modificações o seu colesterol permanecer alto, o tratamento pode ser efetuado com uso de um grupo de medicamentos chamados estatinas. A prescrição destes medicamentos deve ser feita por um médico de família ou endocrinologista.

Como saber se o meu colesterol está alto?

Como os sintomas de colesterol alto só costumam surgir quando já existem danos que podem comprometer seriamente o funcionamento do organismo (AVC, Infarto e doença arterial periférica), é fundamental que os níveis de colesterol sejam avaliados regularmente.

O seu médico de família, clínico geral ou endocrinologista pode solicitar um exame de sangue para avaliar os níveis de colesterol. Recomenda-se acompanhar os níveis de colesterol em:

Pessoas com histórico familiar de doenças cardiovasculares, o acompanhamento deve começar já na infância;

  • Crianças entre 9 e 11 anos de idade;
  • A partir dos 20 anos, a medição deve ser feita a cada 5 anos, reduzindo para uma por ano a partir dos 35 anos de idade. Mas em casos que já estejam com colesterol alto, em tratamento, esse exame deve ser mais frequente.

De forma geral, os adultos devem fazer um exame de colesterol a cada quatro a seis anos. O ideal é conversar com o seu médico para definir o melhor momento para realizar o exame de sangue.

Quais são os riscos do colesterol alto?

O principal risco do colesterol alto é a ocorrência de doenças cardiovasculares. São comuns o acidente vascular cerebral, o infarto agudo do miocárdio e a doença arterial periférica (má circulação das pernas).

Leia mais: O que é um AVC e quais os sintomas ou sinais?

Quais os sintomas de um ataque cardíaco?

Existem 3 tipos de colesterol: VLDL, LDL e HDL. O LDL é também conhecido como “mau colesterol”, pois se estiver em excesso deposita-se na parede das artérias e forma placas de gordura que as entopem.

O VLDL também contribui para formar as placas que ocluem as artérias, mas é considerado menos prejudicial do que o LDL.

Já o HDL é também chamado de “bom colesterol” porque não forma placas de gordura e ainda remove o mau colesterol da circulação pelo seu maior tamanho.

Saiba mais em: Colesterol VLDL baixo: O que fazer?

O diagnóstico e o acompanhamento em casos de colesterol alto devem ser feitos preferencialmente por um/a médico/a da família ou cardiologista.

Colesterol alto em crianças

Por norma, as crianças devem fazer avaliação dos níveis de colesterol pela primeira vez entre os 9 e 11 anos de idade. Entretanto, é indicada a avaliação antes dos 9 anos de idade nos seguintes casos:

  • Tenham pais, avós, irmãos tios e primos de primeiro grau com histórico de colesterol elevado ou de doenças como o Infarto Agudo do Miocárdio e AVC que ocorreram precocemente;
  • Crianças que apresentam xantenomas (placas amareladas de gordura na pele, especialmente, na região em torno dos olhos);
  • Crianças portadoras de hipertensão arterial, diabetes, obesidade e hipotiroidismo;
  • Crianças que tenham alimentação rica em gorduras.

O tratamento do colesterol alto infantil consiste na oferta de uma alimentação saudável que inclua carnes magras, verduras, frutas e cereais integrais. O plano alimentar precisa ser pobre em gorduras.

Além disso, pode ser necessário o uso de medicamentos que reduzam o colesterol. Entretanto, estes medicamentos devem ser prescritos e orientados por um pediatra, médico de família ou endocrinologista.

O diagnóstico e o acompanhamento em casos de colesterol alto devem ser feitos preferencialmente por um/a médico/a de família ou cardiologista.

Qual a diferença entre colesterol VLDL, LDL e HDL?
Dra. Rafaella Eliria Abbott Ericksson
Dra. Rafaella Eliria Abbott Ericksson
Clínica médica e Neurologia

Colesterol VLDL, LDL e HDL são os 3 tipos de colesterol analisados no exame de sangue. A diferença entre eles está no tipo de molécula que forma cada um:

  • VLDL significa "lipoproteína de muito baixa densidade" (Very Low Density Lipoprotein);
  • LDL significa "lipoproteína de baixa densidade" (Low Density Lipoprotein) e
  • HDL é a sigla para "lipoproteína de alta densidade" (High Density Lipoprotein).
Colesterol VLDL

O VLDL é considerado um colesterol ruim devido à natureza da sua molécula. Sua baixa densidade faz com que o colesterol permaneça na superfície do sangue e se deposite na parede das artérias, causando uma doença conhecida como aterosclerose. Portanto, os seus valores devem estar baixos, de preferência abaixo de 30 mg/dl.

Colesterol LDL

O colesterol LDL, assim como o VLDL, por ser uma lipoproteína leve e de baixa densidade, é considerado um tipo de colesterol ruim. Quando a sua concentração no sangue está alta, pode se depositar na parede interna das artérias e formar placas de gordura que obstruem o fluxo sanguíneo, causando infarto e derrames.

Valores do colesterol LDL

Os valores "ideais" para o colesterol LDL variam conforme o risco cardíaco da pessoa. Indivíduos com risco cardíaco muito alto devem manter o LDL abaixo de 50 mg/dl. Fazem parte desse grupo pacientes com aterosclerose (acúmulo de gordura nas artérias) ou que já sofreram infarto ou derrame.

Para indivíduos diabéticos ou com doenças renais, os valores de LDL devem ficar abaixo de 70 mg/dl. Já aqueles que não apresentam nenhum fator de risco podem manter a taxa de LDL abaixo de 110 a 130 mg/dl.

Veja também: Quais os riscos do colesterol alto?

Colesterol HDL

Já o HDL possui alta densidade, ou seja, é "mais pesado" e por isso não flutua na superfície do sangue. Além de não formar placas de gordura na parede das artérias, o colesterol HDL pode arrastar o LDL e removê-lo da circulação sanguínea, baixando os seus níveis.

Por isso o HDL é conhecido como "bom colesterol" e é também o único que deve estar com a taxa acima, e não abaixo, dos valores de referência. Nesse caso, deve ser superior a 40 mg/dl.

Vale lembrar que os valores de colesterol total não são muito relevantes para avaliar o risco de doenças cardiovasculares. Mais importante do que ter uma taxa de colesterol total baixa é manter uma boa proporção entre colesterol bom (HDL) e ruim (LDL).

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Qual o risco de ter o colesterol HDL (colesterol bom) abaixo do ideal?
Dra. Nicole Geovana
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Ter o colesterol HDL (colesterol bom) abaixo do ideal aumenta o risco de doenças cardiovasculares, como infarto e derrame. Isso porque o bom colesterol (HDL) recolhe o colesterol ruim (LDL) depositado nos vasos sanguíneos, prevenindo a formação de placas de gordura na parede das artérias que podem provocar um entupimento das mesmas (aterosclerose).

Em outras palavras, o colesterol HDL ajuda a manter as artérias abertas, reduzindo o risco de ataques cardíacos e derrames. Ter altos níveis de HDL pode ser tão importante como manter baixos os níveis de LDL.

Pessoas que apresentam taxas de colesterol bom abaixo do normal devem incluir algumas mudanças no estilo de vida, tais como praticar exercícios físicos regularmente, perder peso e não fumar.

Alimentação inadequada, excesso de peso, diabetes, tabagismo e pressão alta são alguns dos fatores que provocam um aumento do colesterol ruim (LDL).

É importante lembrar que o principal determinante dos níveis de colesterol é o fator genético. Isso significa que um indivíduo pode ter uma alimentação rica em gorduras e apresentar níveis sanguíneos de colesterol ruim baixos, porque o seu fígado é capaz de eliminar o excesso adequadamente.

Por outro lado, uma pessoa com uma dieta equilibrada pode ter altos níveis de mau colesterol porque o seu organismo não consegue eliminar tão bem as gorduras. Isso explica por que pessoas magras também podem ter colesterol alto e não somente os obesos.

Saiba mais em:

O que é o colesterol HDL?

HDL é a sigla em inglês para "Lipoproteína de Alta Densidade" (High Density Lipoprotein). O colesterol HDL é uma gordura de alta densidade, ou seja, ele é “pesado” e por isso não flutua na superfície do sangue.

Por isso o HDL é conhecido como “bom colesterol”, pois a sua alta densidade faz com que ele afunde no sangue e não se deposite na parede das artérias, evitando a formação de placas de gordura. Além disso, ele arrasta o mau colesterol (LDL), removendo-o da circulação sanguínea.

Por outro lado, o colesterol LDL é uma lipoproteína de baixa densidade (Low Density Lipoprotein), o que faz com que flutue na superfície do sangue e se deposite na parede das artérias. Por isso o LDL é conhecido como “mau colesterol” ou “colesterol ruim”, por levar à formação de placas de gordura nas artérias.

Isso explica por que ter o colesterol HDL baixo aumenta o risco de derrame cerebral e infarto. O HDL é o único colesterol cujos níveis devem estar acima dos valores de referência, com valores superiores a 40 mg/dl.

Como aumentar o colesterol HDL?

Para aumentar o colesterol HDL, recomenda-se incluir na dieta alimentos ricos em gorduras “saudáveis”, como salmão, atum, sardinha, cavala, sementes de linhaça, azeite de oliva, castanhas, nozes, amêndoas, avelãs e abacate.

Pessoas com níveis de colesterol HDL abaixo do normal devem consultar um médico clínico geral ou cardiologista.

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Comer ovo aumenta o colesterol?
Dra. Rafaella Eliria Abbott Ericksson
Dra. Rafaella Eliria Abbott Ericksson
Clínica médica e Neurologia

Comer ovo pode ou não aumentar o colesterol. Tudo depende da capacidade do organismo em absorver o colesterol. Sabe-se que cerca de 80% da população é pouco sensível às concentrações de colesterol na alimentação, ou seja, o impacto do consumo de ovos e outros alimentos ricos em colesterol é muito pequeno.

Durante décadas acreditou-se que comer ovo aumentava o LDL (colesterol ruim) e a recomendação era para que o consumo não ultrapassasse os 2 ovos por semana, uma vez que a gema é rica em colesterol, com cerca de 200 mg.

Porém, atualmente, os médicos e os nutricionistas já admitem o consumo de 4 ovos por semana. Se for cozido, a maioria das pessoas pode até comer 1 ovo por dia, sem prejuízos para o colesterol. 

Os estudos científicos verificaram que as doenças cardiovasculares estão mais associadas a fatores hereditários e ao consumo de alimentos ricos em gorduras saturadas (laticínios, carne vermelha, embutidos, alimentos industrializados...) do que com os níveis de colesterol dos ovos.

No entanto, é importante lembrar que a gema do ovo é rica em colesterol e o seu consumo em excesso pode sim, aumentar o colesterol. Assim, indivíduos que têm colesterol elevado devem limitar o seu consumo a 2 ovos por semana.

Pacientes com colesterol elevado devem consumir ovos de acordo com a orientação de um médico clínico geral, endocrinologista ou nutrólogo.

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10 alimentos que vão ajudar a baixar o colesterol
Dra. Rafaella Eliria Abbott Ericksson
Dra. Rafaella Eliria Abbott Ericksson
Clínica médica e Neurologia

Os alimentos que ajudam a baixar o colesterol são aqueles ricos em fibras, pobres em gordura animal e também os que aumentam o colesterol HDL, também conhecido como bom colesterol.

As fibras são importantes para diminuir a absorção de gorduras pelo intestino, podendo reduzir o colesterol em até 15%. As gorduras de origem animal são fontes de colesterol, portanto devem ser evitadas. Já o colesterol HDL (bom colesterol) remove o excesso de colesterol ruim (LDL) do sangue, daí a importância de manter seus níveis mais elevados.

10 alimentos que auxiliam na redução do colesterol ruim 1. Aveia

Contém fibras que ajudam a baixar o LDL (colesterol "ruim"). A aveia pode ser misturada com frutas, iogurte (desnatado) ou utilizada para fazer pães.

2. Frutas

São uma fonte natural de fibras e devem ser consumidas com casca, sempre que possível. Dentre as mais indicadas para baixar o colesterol estão a maçã, laranja, tangerina, goiaba, mamão, pêssego, pera e ameixa.

3. Hortaliças

Verduras e legumes são alimentos que devem ser consumidos todos os dias por quem tem colesterol alto, por serem ricos em fibras.

4. Leguminosas

Feijão, grão-de-bico, lentilha e ervilha são excelentes fontes de fibras, devendo também fazer parte da dieta diária.

5. Sementes de Linhaça

São sementes que possuem ômega 3 e 6, aumentando o HDL (colesterol "bom"). Importante que as sementes sejam trituradas no liquidificador antes de serem consumidas, para sua absorção no intestino.

6. Peixes gordos

Sardinha, atum, salmão, arenque, são chamados peixes "gordos", são ricos em ácidos graxos ômega 3, por isso elevam os níveis sanguíneos do colesterol bom. Devem ser consumidos no máximo 3x por semana. São excelentes fontes para redução de LDL e aumento de HDL.

7. Azeite de oliva

Possui gorduras monoinsaturadas, que aumentam o colesterol bom (HDL). Lembrando que o azeite deve ser utilizado "cru", seja para temperar saladas ou diretamente sobre os alimentos depois de preparados. Frituras, mesmo feitas com azeite de oliva, são prejudiciais, pois elevam mais os níveis de colesterol ruim.

8. Oleaginosas

Castanhas, nozes, amêndoas, avelãs e pistache são fontes de gorduras vegetais insaturadas, ou seja, gorduras saudáveis que elevam o colesterol bom e ajudam a reduzir o ruim. Esses alimentos devem ser consumidos com moderação devido ao seu alto teor calórico.

9. Soja

Contém fitosterol e ácido linolênico, substâncias que podem baixar o colesterol. Uma das melhores formas de consumir soja e usufruir dos seus benefícios é através do consumo da proteína de soja.

10. Abacate

Também é fonte de gordura saudável, portanto aumentando o HDL e reduzindo o LDL. Por ser rico em gorduras, o abacate é bastante calórico e o seu consumo deve ser moderado.

Apesar desses alimentos auxiliarem no tratamento para reduzir o colesterol ruim, eles não substituem de forma alguma os medicamentos, quando prescritos pelo/a médico/a.

Qual é o tratamento para colesterol alto?

O tratamento para baixar o colesterol é baseado em três pontos principais:

  1. Dieta, deve ser pobre em alimentos com gordura animal, mas rica em fibras;
  2. Exercícios físicos, é fundamental para o tratamento, a prática regular de atividade física, com as devidas orientações para cada caso; e
  3. Medicamentos, embora nem sempre sejam necessários.

A dieta para baixar o colesterol tem como objetivo reduzir os níveis de colesterol ruim (LDL) e aumentar as taxas do colesterol bom (HDL).

Alimentos que devem ser evitados no caso de colesterol alto:

  • Frituras, carne de porco, carne vermelha;
  • Salsichas, presunto, bacon, linguiças e embutidos em geral;
  • Fígado e miúdos;
  • Creme de leite, manteiga, queijos amarelos;
  • Leite e derivados integrais.

Em caso de colesterol alto, consulte um/a médico/a clínico/a geral, um/a médico/a de família ou cardiologista, para receber acompanhamento e tratamento adequados.

Saiba mais sobre o assunto em: Colesterol VLDL baixo: O que fazer?

Colesterol VLDL baixo: O que fazer?
Dra. Janyele Sales
Dra. Janyele Sales
Medicina de Família e Comunidade

Em princípio, ter o colesterol VLDL baixo não é um problema com o qual deva ser preocupar. Inclusive poder ser um bom sinal, já que trata-se de um mau colesterol. Portanto, não há o que fazer, mas caso já tenha tido algum evento cardiovascular como infarto ou AVC, ou apresente outras doenças como diabetes mellitus, hipertensão arterial, obesidade ou tabagismo, é importante manter a taxa de VLDL baixa, sobretudo através da alimentação e atividade física.

Os valores de referência para o colesterol VLDL em adultos de até 20 anos são:

Desejável Limítrofe Alto
VLDL abaixo de 30 mg/dl VLDL entre 30 e 67 mg/dl VLDL acima de 67 mg/dl

Quando os seus valores estão altos, o colesterol VLDL pode se depositar na parede das artérias e formar placas de gordura, bloqueando a circulação sanguínea. Em pessoas que são consideradas de alto risco cardiovascular esse processo pode levar a aterosclerose, aumentando assim o risco de infarto e derrames.

O colesterol VLDL é um tipo de gordura que transporta os triglicerídeos no sangue. Seu nome é uma sigla proveniente do inglês e significa "lipoproteína de muito baixa densidade" (Very Low Density Lipoprotein - VLDL).

Esse tipo de colesterol é considerado "ruim" devido à sua baixa densidade. Isso significa que o colesterol VLDL é "leve" e por isso "flutua" na superfície do sangue, o que favorece o seu acúmulo na parede interna das artérias.

Veja também: Colesterol VLDL alto é perigoso? Quais são os riscos?

Os outros 2 tipos de colesterol são o LDL, também conhecido como "colesterol ruim" ou "mau colesterol" e o HDL, o chamado "bom colesterol".

Vale ressaltar que, mais importante do que verificar se os níveis de VLDL estão baixos ou altos, é observar a proporção de colesterol bom (HDL) em relação ao ruim (LDL). É essa diferença entre LDL e HDL que serve para calcular de fato o risco de doenças cardiovasculares.

Saiba mais em: Qual o risco de ter o Colesterol HDL (colesterol bom) abaixo do ideal?

Lembrando que o médico que solicitou o exame é o responsável por interpretar os resultados, conforme o exame clínico e o histórico do paciente.

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Dra. Rafaella Eliria Abbott Ericksson
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No caso de colesterol alto, o que se recomenda é iniciar uma dieta adequada, de preferência orientada por um profissional nutricionista, associado a atividade física regularmente. Assim conseguirá reduzir os níveis de colesterol "ruim", o LDL e ao mesmo tempo, aumentar os níveis de colesterol "bom" o HDL, mantendo um bom funcionamento do organismo.

Para uma dieta equilibrada, os alimentos mais indicados são:

  • Verduras e legumes (feijão, ervilha, lentilha ou grão de bico) - são ricos em fibras, que podem reduzir o colesterol alto em até 15%;
  • Leite e iogurte desnatados;
  • Queijos magros, como queijo branco (minas), ricota e cottage;
  • Frango (sem pele) e peixe - alimentos livres de colesterol;
  • Peixe gordo, como o salmão, anchova, atum e sardinha (no máximo 3x/semana);
  • Frutas com casca, sempre que possível;
  • Sementes de linhaça - são ricas em ômega 3 e 6, que ajudam a baixar o colesterol ruim (LDL) alto;
  • Aveia, soja;
  • Azeite - possui gorduras monoinsaturadas que combatem o colesterol alto.

Saiba mais em: 10 alimentos que vão ajudar a baixar o colesterol

Da mesma forma, deve se ter cuidado com os alimentos ricos em gordura trans e açúcar, portanto sugerimos como alimentos a serem evitados principalmente:

  • Frituras;
  • Carne de porco;
  • Carne vermelha;
  • Salsichas, presunto, linguiças e embutidos em geral;
  • Bacon;
  • Fígado e miúdos;
  • Creme de leite;
  • Manteiga;
  • Queijos amarelos;
  • Leite e derivados integrais.

Por isso, adotando uma dieta equilibrada e atividades físicas regulares, provavelmente seus níveis de colesterol serão ajustados, entretanto, é fundamental que faça acompanhamento médico, para uma avaliação mais ampla e orientações caso a caso.

Existem casos de colesterol aumentado por herança genética, o que na maioria das vezes necessita de medicamento conjunto às demais medidas.

O/A médico/a cardiologista, médico/a da família ou clínico/a geral poderá lhe dar mais informações e devidas orientações. Agenda a sua consulta.

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Dra. Rafaella Eliria Abbott Ericksson
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O colesterol não-HDL alto significa que o seu colesterol ruim está aumentado. O que representa um maior risco para doenças cardiovasculares, como o infarto agudo do coração e o derrame cerebral.

O que é colesterol não-HDL?

O colesterol total é a soma de todas as frações de colesterol, chamadas HDL, LDL, VLDL e IDL. O colesterol não-HDL é o colesterol total menos o HDL. Por isso, um exame de sangue pode vir descrito apenas como colesterol HDL e não-HDL.

  • O termo HDL é a abrevisão em inglês de lipoproteina de alta densidade, considerado o bom colesterol.
  • O não-HDL inclui as demais lipoproteinas, LDL (lipoproteina debaixa densidade), VLDL (lipoproteina de muito baixa densidade) e IDL (lipoproteina de densidade intermediária), consideradas frações de colesterol ruim.
Por que o colesterol não-HDL é considerado ruim?

Porque aumentam o risco de doenças vasculares, como o infarto do coração e o derrame.

O LDL, VLDL e o IDL, ou simplesmente colesterol não-HDL, possuem um baixo peso molecular, são mais "leves", o que facilita a sua deposição e acúmulo dentro das artérias, formando as placas de gordura. Com isso, aumentam o risco do entupimento desse vaso.

O colesterol HDL, devido ao seu maior peso molecular, faz o caminho contrário, além de não se acumular nos vasos, pode remover as placas de gordura quando passa pela artéria. Por isso é considerado um bom colesterol, um fator protetor para doença cardiovascular.

Quais os valores normais de colesterol HDL e não-HDL?

Os valores considerados normais são:

  • HDL - acima de 40 mg/dl
  • Não-HDL: abaixo de 130 mg/dl
  • Colesterol total - abaixo de 190 mg/dl

No entanto, esses valores podem variar, de acordo com a saúde e riscos de doenças vasculares de cada pessoa. Esse risco é estimado pelo médico, durante a consulta, de acordo com as doenças crônicas e estilo de vida da pessoa.

Quanto maior o risco, maior a exigência de controle do colesterol. As taxas devem ser mais baixas para diminuir o risco de entupimento.

A pressão alta, diabetes, tabagismo, aumento de peso e sedentarismo são fatores que aumentam esse risco. Sendo assim, o médico pode orientar o valor mais adequado de colesterol não-HDL para cada um de forma individualizada.

Colesterol não-HDL de acordo com o risco cardiovascular:
  • Baixo risco - abaixo de 160 mg/dl
  • Risco Intermediário - abaixo de 130 md/dl
  • Alto risco - abaixo de 100 mg/dl
  • Muito alto risco - abaixo de 80 mg/dl
O que fazer para baixar o colesterol ruim?

Para reduzir o colesterol é preciso cuidar da alimentação, praticar atividades físicas e algumas vezes, especialmente nos casos de doença genética, incluir medicamentos.

Procure seguir as orientações abaixo:

1. Alimente-se bem

Evite comer frituras e gordura, aumente a sua ingesta de verduras e legumes nas refeições e procure comer frutas diariamente. Também é indicado beber pelo menos 1 litro e meio de água por dia.

Para uma dieta equilibrada, com todos os alimentos necessários para o bom funcionamento do seu organismo, o mais indicado é que procure um profissional dessa área, um nutrólogo ou nutricionista.

2. Diminua o peso

Pessoas com história familiar podem ter o colesterol ruim aumentado, mesmo com o peso ideal, nesses casos não é preciso perder peso, provavelmente será indicado um medicamento e atividade física regular para reduzir o risco cardiovascular.

Porém, na maioria das vezes, o aumento da gordura está associado ao aumento de peso, que pode ser identificado pelo cálculo do IMC (índice de massa corpórea). O IMC é calculado pela fórmula: O recomendado é que esteja abaixo de 25.

Saiba como calcular o seu IMC no artigo: Como calcular o peso ideal?

3. Pratique atividade física regularmente

A prática de exercícios é a forma mais eficaz para redução do colesterol ruim, mas para ter efeito, é preciso que seja feita pelo menos 4x por semana, durante 30 minutos ou mais.

Procure o seu médico para avaliar qual seriam os esportes ou atividades propostas para o seu caso, e se possível, procure um profissional da área de educação física para ajudar no treino, para que o resultado seja alcançado mais rápido, respeitando as suas limitações.

4. Tome os seus remédios corretamente

O uso correto das medicações, seja da pressão, do açúcar elevado ou outras medicações que faça uso são fundamentais.

Se for preciso, coloque alarmes, despertadores ou peça ajuda a algum familiar, para tomar as medicações sempre no mesmo horário, auxiliando o corpo a encontrar o seu equilíbrio e resultados positivos.

5. Evite hábitos ruins

Especialmente o cigarro deve ser abandonado. O tabagismo aumenta em até 5 vezes o risco de um infarto, sendo desaconselhado o seu uso. Existem diversos tratamentos para auxiliar nesse processo, converse com o seu médico. Bebidas alcoólicas também devem ser evitadas porque aumentam o peso e a produção de colesterol ruim.

Embora o organismo precise de todos os tipos de colesterol para manter o seu funcionamento normal, as taxas elevadas podem também causar problemas à saúde. Procure manter o equilíbrio seguindo os valores recomendados para cada tipo de colesterol.

Para mais esclarecimentos sobre esse assunto, converse com o seu médico da família ou clínico geral.

Saiba mais sobre como reduzir o colesterol ruim nos artigos:

Referência:

Consenso Brasileiro para a Normatização da Determinação Laboratorial do Perfil Lipídico.

Colesterol VLDL alto é perigoso? Quais são os riscos?
Dra. Rafaella Eliria Abbott Ericksson
Dra. Rafaella Eliria Abbott Ericksson
Clínica médica e Neurologia

Ter o colesterol VLDL alto é perigoso, pois trata-se de um colesterol considerado ruim.

Níveis elevados de VLDL aumentam os riscos de doenças cardiovasculares como derrame e infarto, já que esse tipo de colesterol pode se depositar na parede das artérias e formar placas de gordura que bloqueiam o fluxo sanguíneo (aterosclerose).

O colesterol VLDL é responsável pelo transporte de triglicerídeos na corrente sanguínea. Sua sigla "VLDL" vem do inglês e significa "lipoproteína de muito baixa densidade" (Very Low Density Lipoprotein).

Os outros 2 tipos de colesterol são o LDL (lipoproteína de baixa densidade - Low Density Lipoprotein), também conhecido como "colesterol ruim" ou "mau colesterol" e o HDL (lipoproteína de alta densidade - High Density Lipoprotein - colesterol de alta densidade), também chamado de "colesterol bom".

O colesterol LDL é chamado de "mau" devido à sua baixa densidade, o que faz com que essa gordura "flutue" na superfície do sangue e se acumule na parede das artérias, formando placas de gordura que podem entupir o vaso e causar derrames e infartos.

Veja também: Quais os riscos do colesterol alto?

Já o HDL é chamado de "colesterol bom" por ter alta densidade, ou seja, é "mais pesado" e por isso não fica na superfície do sangue e pode arrastar o mau colesterol, "limpando" as artérias.

Saiba mais em: Qual o risco de ter o Colesterol HDL (colesterol bom) abaixo do ideal?

Portanto, sendo o VLDL um colesterol de muito baixa densidade, os seus níveis devem estar controlados, assim como os do colesterol LDL. 

Veja aqui o que fazer no caso de colesterol alto.

Os valores de referência para o colesterol VLDL em adultos de até 20 anos são:

Valores de referência colesterol VLDL
Desejável Limítrofe Alto
VLDL abaixo de 30 mg/dl VLDL entre 30 e 67 mg/dl VLDL acima de 67mg/dl

Contudo, os especialistas da Sociedade Brasileira de Cardiologia não consideram os valores do colesterol VLDL muito relevantes para avaliar o risco de doenças cardiovasculares. Para eles, o risco não está relacionado diretamente às taxas de colesterol total, mas sim à maior proporção de colesterol bom (HDL) em relação ao ruim (LDL).

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Ômega 3 aumenta o colesterol?
Dra. Rafaella Eliria Abbott Ericksson
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Clínica médica e Neurologia

Não, ômega 3 não aumenta o colesterol. Os ácidos graxos ômega 3 fazem parte do grupo das gorduras insaturadas, que são aquelas que não aumentam o colesterol no sangue.

Pelo contrário, o ômega 3 tem como principais funções:

  • Reduzir os níveis de colesterol total
  • Reduzir o LDL (colesterol ruim)
  • Aumenta o HDL (colesterol bom)
  • Pode reduzir os níveis de triglicerídeos
Qual é a importância do ômega 3 na dieta?

Na dose certa, o consumo diário de ômega 3 ajuda a prevenir doenças cardiovasculares, trazendo vários benefícios para o coração e vasos sanguíneos, tais como:

  • Ajuda a impedir a formação de placas de gordura nos vasos sanguíneos, uma importante causa de infarto e acidente vascular cerebral ("derrame");
  • Pode atenuar processos inflamatórios;
  • Dilata os vasos sanguíneos, produzindo uma discreta redução da pressão arterial;
  • Diminui a viscosidade do sangue, o que melhora a circulação sanguínea.
Qual alimento é rico em ômega 3?

O ômega 3 está presente principalmente em peixes como salmão, atum, sardinha, truta, cavala e arenque.

O consumo diário de ômega 3 deve ser superior a 1,8 g, o equivalente a 300 gramas de peixe por semana.

Contudo, as sociedades médicas de cardiologia, ginecologia e obstetrícia, orientam a todos, mas principalmente as gestantes, evitar o consumo de peixes com alto teor de mercúrio, como tubarão, peixe-espada, cavala-rei ou peixe-telha.

Os quatro tipos de peixes ou mariscos mais indicados para o consumo, por possuírem baixo teor de mercúrio são: camarão, atum light, salmão e bagre.

Existe algum risco em tomar cápsulas de ômega 3?

Sim, por exemplo, gestantes no último trimestre de gestação.

Portanto, para tomar cápsulas de ômega 3 ou qualquer outra medicação, mesmo que substâncias naturais, é importante ser avaliado por um profissional da área, médico ou nutricionista.

Ser avaliado e analisar todo o histórico de saúde da pessoa e as suas necessidades.

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O stress aumenta o nível de colesterol?
Dra. Janyele Sales
Dra. Janyele Sales
Medicina de Família e Comunidade

Sim, o stress pode aumentar o nível de colesterol. Segundo alguns estudos científicos, pessoas que passam por situações de stress podem ter aumentos temporários dos níveis de colesterol sanguíneo.

Contudo, após 3 anos de situações agudas de stress, há uma maior chance dos níveis de colesterol ficarem elevados permanentemente. Isso porque, sob stress, o fígado produz uma quantidade maior de colesterol e em quadros de stress constante, o corpo apresenta dificuldades em retirar o colesterol do sangue.

Esse aumento do colesterol pode estar relacionado com o fato do colesterol ser utilizado pelo organismo como matéria prima na produção de células (o colesterol compõe a membrana celular).

Sabe-se que em situações de stress, o corpo entra num estado de luta ou fuga. É uma reação primitiva e automática que ocorre no ser humano. 

Assim, como uma resposta ancestral do organismo, uma maior produção de colesterol permite facilitar a reparação dos danos, dos ferimentos, das perdas teciduais e de outros traumas decorrentes dessas reações (luta ou fuga).

Além disso, muitas pessoas em situação de estresse constante tendem a se alimentar de maneira inadequada ou não praticar atividade física, sendo que dieta desequilibra e sedentarismo também podem contribuir para o aumento do colesterol.

Face a isso, é importante tentar controlar o stress, detectando as suas fontes. O controle do stress pode travar essa resposta do organismo, prevenindo assim o aumento dos níveis de colesterol.

Consulte o seu médico de família ou clínico geral caso tenha dúvidas sobre o colesterol, stress e outros fatores de risco.

Saiba mais em: Colesterol VLDL alto é perigoso? Quais são os riscos?

É possível baixar o colesterol com dieta?
Dra. Janyele Sales
Dra. Janyele Sales
Medicina de Família e Comunidade

Para baixar o colesterol é necessário adotar uma dieta pobre em gorduras animais e rica em fibras, realizar atividade física regularmente e, em alguns casos, usar medicamentos prescritos pelo médico.

Uma dieta para colesterol alto deve contemplar alimentos ricos em fibras e gorduras vegetais. Os alimentos com gordura de origem animal devem ser evitados. O objetivo da dieta para baixar o colesterol é diminuir os níveis de mau colesterol (LDL) e aumentar os níveis do bom colesterol (HDL).

Diminuir o consumo de:
  • Produtos de origem animal, principalmente miúdos (coração, fígado, miolos);
  • Leite integral e seus derivados, como manteiga, queijos (quanto mais amarelo mais gordura), creme de leite e iogurtes;
  • Embutidos e frios como presunto, bacon, salsichas e linguiças;
  • Frutos do mar como camarão, ostra, marisco e polvo;
  • Alimentos com gordura trans como sorvetes cremosos, chocolates, margarinas, biscoitos recheados, nuggets e bolos industrializados;
  • Frituras, carne de porco, carne vermelha;
Aumentar o consumo de:
  • Alimentos ricos em fibras como aveia, soja, cereais, grão-de-bico, feijões e grãos;
  • Frutas (com casca, sempre que possível) e verduras;
  • Leite e iogurte desnatados;
  • Queijos magros, como ricota e cottage;
  • Frango (sem pele) e peixe;
  • Sementes de linhaça;
  • Azeite (moderadamente).

Além da dieta, é importante realizar atividade física aeróbica regularmente, como caminhadas, natação, hidroginástica e bicicleta. A perda de peso também é indicada, quando necessário.

O que é o colesterol e para que serve?

O colesterol é um tipo de gordura. A presença do colesterol no organismo humano é importante para a produção de hormônios, da vitamina D e de ácidos da vesícula biliar. Além disso, ele também faz parte da composição das membranas das células e de alguns processos celulares.

No entanto, em alguns grupos populacionais, quando há acumulo e aumento de colesterol no sangue, sobretudo o LDL, torna-se um fator de risco muito importante para doenças cardiovasculares.

Para saber como baixar o colesterol através da dieta, consulte um clínico geral, um médico de família ou um nutricionista.

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