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Dieta

O que não pode comer quem tem problemas de fígado?
Dra. Rafaella Eliria Abbott Ericksson
Dra. Rafaella Eliria Abbott Ericksson
Clínica médica e Neurologia

Pessoas que têm problemas de fígado devem evitar:

  • Alimentos gordurosos,
  • Alimentos fritos,
  • Açúcar,
  • Sal,
  • Bebidas alcoólicas,
  • Molhos, condimentos,
  • Creme de leite, leite, queijo, manteiga, margarina e
  • Embutidos como salsicha, salame, linguiça e mortadela.

A dieta de um paciente com problema no fígado deve contemplar alimentos integrais, com baixo índice glicêmico. O leite e os derivados devem ser desnatados. Também deve-se evitar os doces, os alimentos com alto teor de açúcar e as gorduras de origem animal.

Prefira alimentos integrais

Os carboidratos, como pão, massas e arroz, devem ser preferencialmente integrais, pois contêm mais fibras solúveis, que se unem ao açúcar e às gorduras do bolo alimentar, dificultando a sua absorção.

Diminua o consumo de carboidratos

Alimentos como pães, massas, arroz e batata devem ser consumidos em poucas quantidades. Sempre que possível, consumir a versão integral desses alimentos.

Substitua leites e derivados integrais por desnatados

O leite e os derivados como queijos e iogurtes devem ter sempre o menor teor de gordura possível. Por isso os queijos ricota e cottage são os mais aconselhados. Os demais produtos que consumir, procure sempre pelas opções de desnatados.

Evite alimentos gordurosos

Alimentos gordurosos, como carne vermelha, embutidos, alimentos industrializados e frituras devem ser evitados por pessoas com problemas no fígado. Por ser um dos órgãos que atuam na quebra e eliminação de gordura, quanto mais consumir, mais sobrecarrega o fígado, piorando o problema já existente.

Evite doces e alimentos com muito açúcar

O excesso de glicose (açúcar) aumenta os níveis de triglicerídeos no sangue, agravando os problemas no fígado, da mesma forma que as gorduras.

Aumente o consumo de frutas e vegetais

As frutas, as verduras, os legumes e os vegetais em geral são fontes de fibras, que dificultam a absorção de gorduras e açúcar, auxiliando na digestão e reduzindo a sobrecarga no fígado.

Dê preferência a alimentos com baixo índice glicêmico

Batata doce e frutas como maçã e pera liberam o açúcar mais lentamente. Isso evita picos de glicose no sangue que, em excesso, é transformada em gordura e armazenada no fígado.

Evite bebidas alcoólicas

O álcool é metabolizado pelo fígado. O abuso de bebidas alcoólicas é uma das principais causas de acúmulo de gordura no fígado (esteatose hepática). Além disso, o álcool é bastante calórico, tendo apenas menos calorias que as gorduras, ficando à frente do açúcar e das proteínas no que toca às calorias.

Aposte nos ácidos graxos mono e poli-insaturados

São as chamadas "gorduras boas", pois protegem o coração e os vasos sanguíneos, podendo ainda ajudar a reduzir o colesterol ruim, auxiliando uma das funções hepáticas, que é o controle do colesterol. Castanhas, nozes, amêndoas, azeite, salmão, atum, sardinha, sementes de linhaça e quinoa são alguns dos alimentos que contêm esses ácidos graxos.

A dieta para pacientes com problemas de fígado deve ser elaborada por um especialista, nutricionista ou nutrólogo, de acordo com as recomendações do médico hepatologista.

Leia também: Esteatose hepática tem cura? Qual o tratamento?

Como deve ser a dieta para quem tem H. pylori?
Dra. Rafaella Eliria Abbott Ericksson
Dra. Rafaella Eliria Abbott Ericksson
Clínica médica e Neurologia

A dieta para quem está fazendo tratamento para H. pylori deve ter um cardápio fracionado, com 5 a 6 refeições por dia, evitando alimentos irritantes, que estimulam a secreção de suco gástrico. Também é importante ter alguns cuidados com a procedência e limpeza dos alimentos, já que o H. pylori é uma bactéria que pode ser adquirida pela falta de higiene.

Dentre os alimentos e bebidas que devem ser evitados numa dieta para H. pylori estão:

⇒ Café, chá preto, chá mate, chocolate;

⇒ Bebidas alcoólicas, bebidas com gás, sucos artificiais, refrigerantes à base de cola;

⇒ Frutas ácidas como laranja, kiwi, abacaxi, morango, maracujá, acerola, limão;

⇒ Doces concentrados como goiabada, geleia, compotas, marmelada, leite condensado, chocolate, cocada, pé-de-moleque, cremes;

⇒ Frituras e alimentos gordurosos em geral;

⇒ Pimenta, pimentão, mostarda, catchup, maionese, molhos (tártaro, de tomate, shoyo, inglês), caldo de carne e condimentos ácidos ou picantes;

⇒ Enlatados e conservas, mortadela, queijos amarelos, presunto, patês, lombo defumado, salsicha, linguiça, salame, bacon, carne de porco, carnes gordas.

Alguns alimentos ajudam a proteger a mucosa do estômago e não provocam irritação gástrica, pois não estimulam a produção excessiva de ácido gástrico. Esses alimentos devem estar incluídos na dieta durante o tratamento para o H. pylori. Entres eles estão:

⇒ Mingaus, purês, frutas e sucos não-ácidos (manga, uva), suco de couve;

⇒ Carnes magras (aves, peixes), ovos cozidos, pães, leguminosas (feijão, grão-de-bico, ervilha, lentilha);

⇒ Vegetais cozidos, batata, mandioquinha, sopa de vegetais;

⇒ Água, gelatina, queijos brancos, ricota;

⇒ Biscoitos de maisena, bolachas de água e sal;

Lembrando que os alimentos devem ser bem cozidos e consumidos mornos para facilitar a digestão e a recuperação da mucosa do estômago.

A dieta para H. pylori deve ser orientada por um médico gastroenterologista ou um nutricionista.

Saiba mais em:

H. pylori tem cura? Qual é o tratamento?

Quais os sintomas do H. pylori?

O que é H. pylori?

Qual a dieta para quem faz cirurgia de retirada da vesícula?
Dr. Charles Schwambach
Dr. Charles Schwambach
Médico

Nos primeiros dias após a cirurgia ela terá que seguir as orientações do médico que a está operando, depois com o tempo sua filha mesma é quem terá que observar quais tipos de alimentos ela pode ou não pode ingerir, não existe uma dieta específica, geralmente as gorduras se tornam um problema para quem fez cirurgia de retirada de vesícula.

Não consigo emagrecer, o que devo fazer?
Dra. Rafaella Eliria Abbott Ericksson
Dra. Rafaella Eliria Abbott Ericksson
Clínica médica e Neurologia

Para emagrecer, é necessário primeiro uma consulta médica para realização de exames básicos, que irão descartar doenças ou alterações hormonais, que possam ser a causa desse aumento de peso ou até mesmo da dificuldade em emagrecer. 

Após os resultados e descartando causas secundárias para sua dificuldade, deverá iniciar um plano alimentar indicado por um/uma nutrologista e nutricionista, que deverão prescrever uma dieta de acordo com as suas necessidades calóricas e nutricionais, além de associar a dieta com exercícios físicos orientados.

Outras dicas que pode começar a seguir desde então:

1. Fazer pequenos lanches entre as principais refeições, pois estimula o metabolismo a manter o apetite sob controle. Barras de cereais, iogurtes desnatados e frutas são boas opções de lanches.

2. Distribuir os alimentos ao longo do dia. Evite comer grandes quantidades de carboidratos de uma só vez, para que o excesso não seja armazenado sob a forma de gordura.

3. Investir em alimentos integrais, como massas, arroz, pães e cereais, pois prolongam a sensação de saciedade. Alimentos feitos com farinha branca saciam temporariamente, mas, após um curto período de tempo, a pessoa volta a sentir fome.

4. Não deixar de lado as proteínas, que além de serem essenciais para a manutenção da massa muscular, prolongam a sensação de saciedade. Frango, peixes, carnes, leite, ovos e leguminosas (grão-de-bico, feijão, lentilha) são boas fontes de proteína.

5. Iniciar atividade física, de preferência em grupo e que te traga prazer, para que ajude na assiduidade do exercício. (Lembrando de realizar avaliação médica prévia).

6. Cuidar do seu estado emocional. É fundamental manter o controle emocional, evitando ou procurando ajuda caso apresente ansiedade ou depressão. Pessoas com distúrbios alimentares e sobrepeso costumam apresentar também quadros de ansiedade ou oscilação de humor, que atrapalham na rotina alimentar. Para isso é importante buscar ajuda e tratamento. Os responsáveis para tratar e orientar quanto a esses sintomas são psicólogos e psiquiatras.

Existem grupos bem estruturados para auxiliar no emagrecimento, com propostas sérias e resolutivas, existem medicamentos, quando o aumento do peso passa a causar riscos aos pacientes, indicação de cirurgia, entre outros. Ou seja, existem muitas formas de auxiliar as pessoas a emagrecer, dependendo de cada caso.

O/A médico/a saberá como orientar o seu caso.

Agende uma consulta com médico/a da família, clínico/a geral ou Nutrologista para dar início ao seu plano de tratamento, de forma segura e saudável.

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Qual a dieta recomendada para quem tem gastroenterite?
Dra. Rafaella Eliria Abbott Ericksson
Dra. Rafaella Eliria Abbott Ericksson
Clínica médica e Neurologia

A dieta para quem tem gastroenterite viral ou bacteriana deve incluir:

  • Alimentos de fácil digestão e pouca quantidade de fibras;

    • Sopa de frango, Hortaliças, pão torrado, legumes cozidos ou frutas sem casca;

  • Líquidos, sobretudo água, água de coco;
    • Sucos de fruta e bebidas isotônicas também ajudam a repor líquidos e eletrólitos;

Devem ser evitados:

  • Refrigerantes, sucos industrializados, café;
  • bebidas alcoólicas;
  • Alimentos gordurosos;
  • Frituras;
  • Leite e derivados.

No caso de episódios de vômitos, situação comum nas gastroenterites, que dificulte a ingesta de água, recomenda-se chupar cubos de gelo para manter alguma hidratação, e procurar atendimento médico de emergência, principalmente se for criança. Pode ser necessário a introdução de medicamentos para tratamento conjunto.

É preciso ter algum cuidado com os sucos, pois as fibras das frutas, ou a acidez, como da laranja, tendem a irritar o trato gastrointestinal, estimulando a peristalse e consequente piora de sintomas como vômitos e diarreia. As frutas mais indicadas são maçã, banana e goiaba.

Os demais alimentos devem ser reintroduzidos na dieta gradualmente, começando com aqueles que são mais leves e de fácil digestão, como arroz, cereais e carnes magras.

Adultos com baixa imunidade e idosos devem incluir na dieta soluções de hidratação oral para prevenir a desidratação.

A gastroenterite em bebês e crianças requer atenção ainda mais especial, devido ao maior risco de desidratação, estando indicado administração de soluções de hidratação oral, que podem ser adquiridas em farmácias. 

O aleitamento materno ou leite em fórmula de uso habitual devem ser mantidos, juntamente com a solução de hidratação oral. A criança deve ser alimentada tão logo ela sinta fome.

Em caso de gastroenterite, consulte um/a médico/a clínico/a geral, médico/a de família ou gastroenterologista e siga corretamente as orientações quanto ao tratamento e à dieta indicados.

Saiba mais em:

Quais os sintomas da gastroenterite? Qual o tratamento?

Quais os sintomas da gastroenterite viral? Como é o tratamento?

Quais os sintomas da gastroenterite bacteriana e como é o tratamento?

Gastroenterite é contagiosa?

Qual a dieta indicada para quem tem esteatose hepática?
Dra. Ângela Cassol
Dra. Ângela Cassol
Médico

Algumas orientações devem ser seguidas por todos os pacientes com esteatose hepática, como interromper o consumo de álcool e perder peso.

A dieta de preferência deverá ser orientada por nutricionista e individualizada para cada paciente, mas, de maneira geral, deve ser rica em frutas, vegetais, ácidos graxos poli e monoinsaturados e alimentos integrais. Algumas orientações básicas sobre a escolha de alimentos está listada abaixo:

  • a dieta deve ser hipolipídica, sendo a quantidade de lipídeos aconselhada de aproximadamente 25% em relação ao valor calórico total da dieta;
  • a fonte de carboidratos deve ser alimentos integrais, como farelos, pães, biscoitos, leguminosas, porque têm uma maior quantidade de fibras solúveis. Estas são essenciais no caso da esteatose hepática, porque se unem com a glicose e com lipídeos presentes no bolo alimentar, o que dificulta a sua absorção; 
  • Os leites e derivados devem ser sempre desnatados e com o menor teor de gordura possível. Os queijos ricota e cottage são os mais aconselhados;
  • Doces e alimentos com muito açúcar devem ser evitados, porque o excesso de glicose provoca um aumento dos níveis de triglicerídeos no sangue, o que agrava a esteatose hepática;
  • Deve ser dada preferência a frutas e outros alimentos com baixo índice glicêmico;
  • É importante a gestão de ácidos graxos mono e poli insaturados, têm um caraterísitica cardioprotetora e podem alterar o perfil lipídico sérico. Alguns alimentos que contêm estes ácidos graxos são: castanhas, nozes, azeite, salmão, atum e sardinha e cereais como linhaça e quinoa.

O nutricionista, em conjunto com o médico gastroenterologista deverão orientá-lo sobre a dieta para reverter a esteatose hepática.

Como funciona a dieta do HCG?
Dra. Rafaella Eliria Abbott Ericksson
Dra. Rafaella Eliria Abbott Ericksson
Clínica médica e Neurologia

A dieta do HCG consiste em: aplicações de injeções do hormônio HCG associadas a uma dieta com pouquíssimas calorias (cerca de 500 Kcal/dia).

O programa completo da dieta dura 26 dias, com 3 injeções diárias de HCG.

Nos 2 primeiros dias não existe restrição alimentar. A partir do 3º dia de tratamento, a dieta começa, com apenas 500 calorias por dia. Açúcar e carboidratos (pães, massas, arroz, batata) estão proibidos.

O que é o HCG e como ele atua na dieta?

O HCG (sigla em inglês para Gonadotrofina Coriônica Humana) é um hormônio produzido pelo corpo durante a gravidez. Sua principal função é a manutenção da gravidez nos primeiros meses de gestação.

A forma sintética do hormônio HCG é aprovada pela ANVISA para ser utilizada no tratamento da infertilidade e não para emagrecer.

Segundo os médicos que utilizam a dieta do HCG, a substância "engana" o organismo, que começa a funcionar como se a mulher estivesse grávida.

Assim, o corpo começa a queimar gordura, principalmente nos locais onde ela se acumula mais, como barriga, braços e coxas, preservando a massa magra (músculos).

Outra justificativa para o uso do hormônio seria de combater a fome e manter o suprimento de nutrientes para o corpo, de maneira que a pessoa não se sinta fraca.

A dieta do HCG funciona?

Não existe comprovação científica. A dieta do HCG parece funcionar porque qualquer adulto que tenha uma dieta com apenas 500 calorias por dia irá emagrecer. Porém, se a participação do hormônio potencializa essa perda, ainda não foi comprovado. Na realidade, as evidências indicam que o HCG não tem nenhum efeito no emagrecimento, que toda a perda de peso é devida à restrição calórica.

Isso significa que a pessoa pode estar emagrecendo apenas devido à dieta pobre em calorias e não pelas injeções de HCG.

Além disso, uma restrição alimentar tão severa fará com que o corpo utilize as proteínas dos músculos e até órgãos, o que é contraindicado e pode trazer riscos para a saúde, embora os defensores do método garantam que o hormônio preserve a massa magra.

Mesmo assim, ainda que a dieta funcione, o emagrecimento rápido não permite que a pessoa crie novos hábitos alimentares para manter o peso perdido a longo prazo.

A melhor e mais indicada dieta para emagrecer é aquela que promove uma reeducação alimentar, baseada numa dieta balanceada associada à atividade física.

Quais são os riscos da dieta do HCG?

O uso do hormônio HCG aumenta os riscos de formação de coágulos, depressão, infertilidade, queda de cabelo, enfraquecimento de unhas, além de influenciar os níveis dos hormônios sexuais tanto no homem como na mulher.

As alterações hormonais causadas pelo uso do HCG também podem trazer complicações, como: irregularidade dos ciclos menstruais, sangramento vaginal, aumento das mamas, cistos no ovário, dor nas mamas, baixa produção de esperma e infertilidade (homens), além de aumentar o risco de câncer de mama a longo prazo.

Os riscos da dieta do HCG não estão apenas relacionados com o uso do hormônio. A própria dieta em si é muito pobre em calorias (cerca de 500 Kcal/dia) o que também causa vários efeitos colaterais, como fraqueza, cansaço, tontura, dor de cabeça e irritabilidade.

É importante ressaltar que a Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia (SBEM) e a Associação Brasileira para Estudo da Obesidade e da Síndrome Metabólica (ABESO) não reconhecem a eficácia do método e consideram a dieta do HCG como perigosa e pode inclusive trazer sérias consequências ao paciente.

Para maiores esclarecimentos, consulte um/a médico/a endocrinologista.

Leia também: A dieta do HCG faz mal à saúde? Quais os riscos?

O remédio para emagrecer MAX BURN está liberado pela Anvisa?
Dra. Rafaella Eliria Abbott Ericksson
Dra. Rafaella Eliria Abbott Ericksson
Clínica médica e Neurologia

Max Burn não é reconhecido pela Anvisa como um remédio, ou ainda, como emagrecedor, apenas como um suplemento, que deve ser avaliado se necessário o seu uso por um profissional da área, nutrólogo ou nutricionista.

A sua proibição no mercado, foi justamente pela comercialização com esse nome, que também não foi aprovado pela ANVISA, nome esse que segundo o órgão, sugere ao consumidor um efeito que ele não comprova oferecer.

A liberação junto ao órgão regulador, foi para um complemento alimentar rico em fibras, com possibilidade de nomes bem diferentes ao apresentado ao mercado.

Portanto, o que sugerimos é que procure um médico endocrinologista ou nutrólogo, e um nutricionista, para que após avaliação da sua necessidade, seja feito um planejamento adequado.

O emagrecimento saudável e acompanhado é muito mais efetivo e duradouro, além de proporcionar redução de peso, melhora o humor, bem estar e não oferece riscos a sua saúde.

Leia também: Remédios para emagrecer

Como emagrecer de maneira saudável?

A maneira mais saudável de emagrecer é com uma alimentação balanceada e orientada por um nutricionista, que terá o cuidado de oferecer alimentos que sejam do seu agrado, nas quantidades ideias e com meios de evitar que sinta fome, mal-estar ou fraqueza, sintomas que facilmente levam a pessoa à desistência.

Associado a alimentação, deve ser realizado atividade física regularmente, da mesma forma, com um profissional que saberá até onde seu organismo tolera, evitando contusões, e ao mesmo tempo, traz novos desafios para progredir no que for possível. Por isso, todo trabalho físico com um educador, apresenta resultado mais rápido e evidente.

Se mesmo assim mantiver dificuldade de reduzir o peso, ou o médico observar uma necessidade, poderá lançar mão de medicamentos redutores de apetite, para auxiliar no tratamento conjunto. Os quais não devem ser utilizados por muito tempo.

Procure um médico endocrinologista ou nutrólogo para dar início ao seu tratamento.

Qual a dieta ou tratamento para quem tem diverticulose?
Dr. Marcelo Scarpari Dutra Rodrigues
Dr. Marcelo Scarpari Dutra Rodrigues
Médico

Os pacientes com diverticulose sem sintomas não precisam de nenhum tratamento. Contudo, é indicada dieta com mais fibras. Com isso há aumento no volume e densidade das fezes, o que teoricamente diminuiria o risco de obstrução ou formação de novos divertículos e preveniria complicações, como a diverticulite.

Uma diverticulite leve, sem sinais de gravidade, pode ser tratada em casa, associando uma dieta leve e líquida à prescrição de antibióticos e analgésicos. Em geral, em 72 horas, 80% desses casos evoluem para cura.

Em casos mais graves, com febre alta, dor abdominal muito forte e dificuldade para se alimentar, a hospitalização e o uso de antibióticos por via venosa faz-se necessária. Uma possibilidade para os casos mais graves é o tratamento cirúrgico, que consiste na retirada da parte do intestino comprometida pelos divertículos ou na drenagem dos abscessos através de punção transcutânea, se eles forem pequenos.

Recomendações:

  • Inclua preferencialmente alimentos com alto teor de fibras na sua dieta habitual, como frutas, vegetais, cereais integrais e grãos;
  • Beba pelo menos dois litros de líquido por dia para facilitar a formação do bolo fecal;
  • Não tome laxantes por conta própria;
  • Pratique atividade física, pois ela é fundamental para o trânsito intestinal.

Em caso de suspeita de diverticulose, um médico (preferencialmente um gastroenterologista ou proctologista) deverá ser consultado. Ele poderá avaliar detalhadamente, através de anamnese, exame físico e eventuais exames complementares, qual é o seu diagnóstico correto, orientá-lo e prescrever o melhor tratamento, caso a caso.

Qual remédio posso usar para emagrecer?
Dr. Charles Schwambach
Dr. Charles Schwambach
Médico

Existem vários medicamentos e remédios para emagrecer, apesar de medicação não é a primeira escolha no tratamento da obesidade, existem outras opções que devem ser tentadas antes.

Link útil:

Como deve ser a dieta de uma pessoa com síndrome do intestino irritável?
Dra. Ângela Cassol
Dra. Ângela Cassol
Médico

A dieta para a síndrome do intestino irritável deve seguir algumas regras:

  • Dieta rica em fibras (farelo de trigo, folhas verdes, frutas com casca); 
  • Agentes que aumentam o bolo fecal (plantago, pectina, psyllium) podem ser utilizados como complementos da dieta com fibras; sua dose deve ser tomada durante as refeições e adaptada a cada paciente;
  • Pouca gordura, cafeína, açúcar e álcool;
  • Alguns pacientes passam a ter intolerância a certos alimentos e bebidas, sobretudo legumes, repolho, rabanete, café, refrigerantes e leite. No último caso, deve ser levantada a suspeita de deficiência de lactase. Nos outros casos, a dieta deve ser individualizada e os alimentos referidos evitados;
  • Consumo de 30 a 35 ml de líquidos, como água, por cada kg de peso (35 ml x peso (kg).

A dieta para síndrome do intestino irritável deve ser elaborada por um nutricionista ou gastroenterologista individualmente.

Eu faço muita retenção de líquidos, não consigo emagrecer...
Dr. Charles Schwambach
Dr. Charles Schwambach
Médico

Se o caso é "retenção de líquidos", talvez devesse ir a um médico, que vai fazer a correta avaliação, diagnosticar essa "retenção de líquido" e a partir dai propor a você um tratamento para essa "retenção de líquidos", aí você estará livre para poder emagrecer o quanto precisar. Com relação a constipação o tratamento é basicamente dieta e exercícios (como você já vai na nutricionista, essa parte converse com ela) e comece a fazer exercícios.