Tratamentos

HPV tem cura e quando pode levar ao câncer do útero?

O HPV (papilomavírus humano) tem cura e pode levar ao câncer do colo do útero quando há contato com os tipos de maior risco.

A maioria dos cânceres de colo uterino, inclusive, são causados pelo HPV (99%). Os tipos de vírus são divididos em baixo-risco (HPVs tipo 6, 11, 40, 42, 43, 44, 54, 61, 70, 72, 81, e CP6108), encontrados geralmente em pacientes com verrugas genitais, e de alto risco (16, 18, 31, 33, 35, 39, 45, 51, 52, 56, 58, 59, 66, 68, 73 e 82), sendo os tipos 16 e 18 relacionados com aproximadamente 70% dos casos de câncer cervical invasivo e mais de 90% das lesões intraepiteliais graves.

O HPV pode provocar a formação de verrugas na pele, e nas regiões oral (lábios, boca, cordas vocais, etc.), anal, genital e da uretra. As lesões genitais podem ser de alto risco (precursoras de tumores malignos, especialmente do câncer do colo do útero e do pênis) ou de baixo risco (não relacionadas ao aparecimento de câncer).

A transmissão do HPV se dá por via sexual, usualmente, mesmo com o uso de preservativos, sem a necessidade de penetração (com a masturbação ou o contato genital externo já pode ocorrer), mas existe também a possibilidade de transmissão vertical (da mãe para o feto), de auto-inoculação e de inoculação através de objetos contaminados com o HPV, que pode sobreviver mais tempo no ambiente externo do que o vírus do HIV, por exemplo, mas esta última forma de transmissão é controversa.

Leia também: Quem deve tomar a vacina contra HPV?

O diagnóstico é feito mais facilmente em homens (lesões geralmente visíveis na pele e órgãos sexuais). Em alguns casos deve ser feita uma anuscopia (geralmente em casos de relações sexuais anais) para observação das lesões. Nas mulheres, porém, além das lesões em pele, vulva e ânus, podem ocorrer em todo o trato genital até alcançarem o colo do útero, portanto o diagnóstico só é possível através da colpocitologia oncótica, colposcopia ou anuscopia. Também podem ser realizados exames de biologia molecular (hibridização in situ, PCR e captura híbrida).

Saiba mais em: O que é o exame de captura híbrida?

Os sintomas podem ser inexistentes ou o surgimento de verrugas com aspecto de couve-flor na pele e/ou mucosas. Se as alterações forem discretas, serão detectadas apenas em exames específicos. Se forem graves, pode ocorrer invasão de tecidos vizinhos com o surgimento de um tumor maligno como o câncer do colo uterino e do pênis.

Tratamento:

São diversos tipos, com o objetivo principal de eliminar as lesões condilomatosas. Não há evidências que estes tratamentos eliminem ou alterem o curso natural da infecção pelo HPV. Mesmo sem tratamento, as lesões podem desaparecer, ficarem inalteradas ou aumentarem de tamanho e número. Vários fatores devem ser levados em consideração: tamanho, número e local das lesões, opções do paciente, recursos disponíveis e experiência do profissional. São os seguintes:

  • Podofilina 15% em solução alcoólica;
  • Ácido tricloroacético (ATA) 70% a 90% em solução aquosa;
  • Podofilotoxina 0,15% creme;
  • Imiquimod 5% creme;
  • Eletrocauterização (ou eletrocoagulação / eletrofulguração);
  • Criocauterização (ou crioterapia / criocoagulação)
  • Vaporização a laser;
  • Exérese cirúrgica;
  • CAF (cirurgia de alta frequência).

Recomendações:

  • É preciso destacar que... O HPV pode ser transmitido na prática de sexo oral;
  • Informe seu parceiro (a) se o resultado do seu exame para HPV for positivo - ambos precisarão de tratamento;
  • O parto normal (vaginal) não é indicado para gestantes portadoras do HPV com lesões ativas;

Em caso de suspeita de HPV, um médico clínico geral, dermatologista, urologista (homens) ou ginecologista (mulheres) deve ser consultado para avaliação e tratamento adequado, caso a caso. Nunca faça tratamentos por conta própria, sem antes consultar um médico. O exame colpocitopatológico (Papanicolaou) deve ser realizado em mulheres de 25 a 60 anos de idade (ou mais jovens, que já tenham tido atividade sexual antes de 25 anos), uma vez ao ano. Após dois exames anuais negativos, pode ser feito a cada três anos.

Leia também: Quais os sintomas de câncer no colo do útero?

Ardência durante e após evacuar o que fazer?

Antes de procurar um tratamento para qualquer doença ou sintoma que estamos tendo o ideal é procurarmos um diagnóstico e a partir do diagnóstico correto o tratamento fica muito mais fácil. O ideal é procurar um médico para saber exatamente o que você tem, pode ser hemorróida, fissuras no ânus ou outra doença.

Anemias Causas, Sintomas e Tratamentos – Anemia Ferropriva

anemia é um problema de saúde muito comum tanto entre as crianças como em adultos, ocorrendo também com muita frequência durante a gravidez. Neste artigo serão abordados aspectos gerais da medicina relacionados com as anemias e os aspectos mais específicos relacionados com a anemia ferropriva – o que é anemia, suas causas, sintomas e tratamentos.

Do ponto de vista técnico da medicina, anemia significa redução da concentração de hemoglobina nos eritrócitos que são as células vermelhas do sangue. A hemoglobina é uma proteína especial e é responsável pela ligação com o oxigênio para que o sangue possa levar o oxigênio dos pulmões para todo o corpo. Quando a pessoa tem anemia, acaba por ter uma menor oxigenação do organismo.

Existem muitas causas de anemia: anemia causada por uma hemorragia intensa, anemia causada doenças crônicas, anemia causada por doenças da medula óssea (responsável pela produção das células sanguíneas), anemias por doenças genéticas (anemia falciforme), anemia por deficiência de vitaminas e sais minerais, sendo a causa mais comum de anemia, a anemia causada por deficiência de ferro chamada de anemia ferropriva.

ferro é um mineral muito difundido na natureza e encontrado em quase todos os vegetais, porém o organismo humano tem dificuldade de absorver os sais de ferro provenientes dos vegetais, e a nossa principal fonte de ferro acaba sendo a carne, principalmente, o peixe e a carne vermelha que têm um tipo de ferro que é mais facilmente absorvido no intestino (ferro heme). Porém, para a produção da hemoglobina e das células do sangue outras vitaminas como o ácido fólico e outras vitaminas do complexo B encontrados nos vegetais e cereais, também são necessárias.

Os principais sintomas de anemia são:

  • Fadiga;
  • Taquicardia;
  • Palpitações;
  • Falta de apetite;
  • Desânimo;
  • Falta de atenção e baixo rendimento escolar;
  • Falta de ar aos esforços físicos;
  • Dor abdominal em crianças;
  • Desejos alimentares específicos ou estranhos como desejo de comer gelo ou terra;
  • Queda de cabelos;
  • Língua lisa;
  • Unhas quebradiças;
  • Feridas nos cantos da boca;
  • Palidez cutânea.

Quanto maior o grau da anemia mais intensos tendem a ser os sintomas da anemia.

Também pode lhe interessar: Anemia pode virar leucemia?

A correta avaliação e diagnóstico da anemia deve ser realizada pelo/a médico/a que pode solicitar os exames específicos para anemia e avaliar o grau e tipo de anemia e, a partir deste correto diagnóstico, propor um tratamento adequado para a anemia.

No tratamento prevenção da anemia ferropriva são importantes a adoção de algumas medidas dietéticas como:

  • Restringir a ingestão de leite para algo em torno de 300 ml ao dia (máximo de 500ml de leite ao dia; o leite dificulta a absorção do ferro e compete com os alimentos mais ricos em ferro);
  • Aumentar a ingestão de vegetais com folhas verde escuro como o brócolis, couve e espinafre, feijão, cereais e grãos em geral, abóbora e beterraba, carnes vermelha (as vísceras como o fígado são ricas em ferro) e peixes. As frutas ricas em vitamina C ( importante para absorção do ferro) ajudam também no tratamento e prevenção da anemia.
Como se trata a herpes? Tem a ver com imunidade baixa?

Herpes não tem cura (existem pesquisas com esse objetivo atualmente em nível bem adiantado), porém herpes só tem tratamento, não tem cura, pode usar cremes ou comprimidos com o objetivo de melhorar e "curar" as lesões atuais, mas novas aparecerão no futuro. Herpes é causado por um vírus e o aparecimento das lesões esta relacionado com uma série de fatores: imunidade, estado emocional, exposição ao sol, doenças associadas, que fazem as lesões reaparecerem...

H. pylori tem cura? Qual é o tratamento?

Sim, ​H. pylori tem cura. O tratamento normalmente inclui três medicamentos: um inibidor da produção de ácido gástrico e dois antibióticos, que devem ser administrados durante 7 a 14 dias. A associação dessas medicações pode eliminar completamente o H. pylori em até 95% dos casos. 

O tratamento para erradicar o H. pylori é indicado apenas quando a bactéria provoca alguma doença no portador, como úlcera no estômago ou no duodeno.

Lembrando que o H. Pylori está presente em mais da metade da população mundial, mas só uma pequena parcela da população irá desenvolver alguma patologia causada pelo micróbio.

Os familiares de 1º grau dos pacientes com câncer de estômago devem fazer um rastreio para detectar a presença do H. pylori, já que a bactéria é um importante fator de risco para o desenvolvimento desse tipo de câncer. Em caso de diagnóstico positivo para H. pylori, os familiares também devem realizar o tratamento.

Ainda não existe uma vacina para o H. pylori. Vários estudos têm sido realizados com ratos, porém sem grandes resultados em humanos.

O médico gastroenterologista é o especialista responsável pelo tratamento do H. pylori.

Saiba mais em:

Como deve ser a dieta para quem tem H. pylori?

O que é H. pylori?

Quais os sintomas do H. pylori?

H. pylori positivo é sinal de câncer de estômago?

Posso tomar estradiol e progesterona juntos?

Sim, pode-se tomar estradiol e progesterona juntos. Ambos são hormônios sexuais femininos naturais e o uso deles em conjunto é habitual e rotineiro, como ocorre nas pílulas anticoncepcionais combinadas.

Os anticoncepcionais combinados contêm baixas doses dos hormônios progesterona e estrógeno. Funcionam basicamente impedindo a ovulação, ou seja, a liberação de óvulos pelos ovários.

Dentre os mais comuns efeitos colaterais da pílula combinada de estradiol e progesterona estão:

  • Alterações na menstruação:
    • Menos sangramento e menos dias de menstruação;
    • Sangramento irregular;
    • Sangramento ocasional;
    • Ausência  de  menstruação;
  • Dor de cabeça;
  • Tontura;
  • Náusea;
  • Sensibilidade das mamas;
  • Variações de peso;
  • Alterações de humor;
  • Geralmente melhora a acne, embora possa piorar em alguns casos;
  • Pode haver algum aumento da pressão arterial.

Alguns dos benefícios à saúde em tomar progesterona e estradiol juntos:

  • Reduz os riscos de:
    • Gravidez;
    • Câncer de endométrio (parede interna do útero);
    • Câncer de ovário;
    • Doença inflamatória pélvica sintomática;
  • Pode ajudar a proteger contra:
    • Cistos no ovário;
    • Anemia por falta de ferro;
  • Diminui:
    • Cólicas menstruais;
    • Problemas de sangramento menstrual;
    • Dor na ovulação;
    • Excesso de pelos na face ou no corpo;
    • Sintomas da síndrome do ovário policístico (sangramento irregular, acne, excesso de pelos);
    • Sintomas de endometriose (dor pélvica, sangramento irregular)
Quem pode tomar estradiol e progesterona juntos?

Praticamente todas as mulheres podem utilizar anticoncepcionais combinados de estrógeno e progesterona com segurança e eficácia, incluindo aquelas que:

  • Tenham tido filhos ou não;
  • Tenham qualquer idade;
  • Tenham tido um aborto recente, mesmo que tenha sido natural;
  • Fumam (desde que tenham menos de 35 anos);
  • Têm ou já tiveram anemia;
  • Têm varizes;
  • Estão infectadas com HIV.

O uso de estradiol e progesterona deve ser prescrito preferencialmente por um médico ginecologista ou endocrinologista.

Veja também os artigos Nível alto ou baixo de estradiol, o que pode ser? ; O que é estradiol?

Gostaria de saber mais sobre fístula anal

Fístula anal é geralmente decorrente de alguma inflamação de pequenas glândulas de muco que ficam nessa região, e formam pequenas fístulas que ficam secretando uma espécie de pus, o tratamento é cirúrgico, quase sempre.

Quais são os tratamentos para HPV?

Os tratamentos para HPV mais comuns são com o uso de medicações de uso local, cauterização e cirurgia, a fim de eliminar as células contaminadas pelo vírus.

Medicações imunomoduladoras, que agem no sistema de defesa do organismo, também podem ser úteis em alguns casos.

O tratamento depende do tipo de vírus, local e gravidade da lesão.

Leia também: HPV durante a gravidez: quais os riscos e como tratar?; Quem deve tomar a vacina contra HPV?

Cada caso de HPV deve ser acompanhado por um médico clínico geral, dermatologista, ginecologista ou de outra especialidade.

Ferritina alta ou baixa. Quais os sintomas, consequências e tratamentos?

ferritina é uma proteína responsável pelo armazenamento do ferro dentro das células do nosso organismo. Quando seu valor está alterado, ela indica que há um desequilíbrio no estoque do ferro disponível.

Leia também:

O que é ferritina?

Um valor baixo de ferritina pode indicar uma deficiência de ferro. A pessoa pode sentir:

  • Fraqueza;
  • Dor de cabeça;
  • Irritabilidade;
  • Fadiga;
  • Cansaço;
  • Dificuldade em praticar exercícios;
  • Perversão do apetite (ter vontade de comer terra por exemplo);
  • Síndrome das pernas inquietas (saiba mais em: O que é a síndrome das pernas inquietas?).

Em alguns casos, a baixa da ferritina é recuperada com uma reorientação na dieta, em outros casos precisa do uso de medicamentos e, nos casos graves, há necessidade de transfusão de sangue.

Veja também: Como aumentar a ferritina?

Um valor alto de ferritina pode estar presente quando há sobrecarga de ferro no organismo em situações de estimulação de produção de ferritina pelo fígado e consequente liberação de ferro. Os sintomas podem ser:

  • Fraqueza;
  • Impotência nos homens;
  • Dor nas articulações;
  • Hiperpigmentação da pele;
  • Desordens no fígado;
  • Aumento do coração com ou sem insuficiência cardíaca;
  • Aumento da glicose no sangue.

O exame de Dosagem da Ferritina não é um exame de rotina. Ele pode ser solicitado na investigação das causas de anemia e da deficiência de ferro.

Leve o resultado dos exames na consulta de retorno para avaliação médica e continuação do seguimento clínico.

Tuberculose ganglionar tem cura? Como é o tratamento?

Sim, tuberculose ganglionar tem cura. O tratamento geralmente é feito com esquemas de até 4 medicamentos antibióticos, tomados por via oral: rifampicina, isoniazida, pirazinamida e etambutol.

O tratamento da tuberculose ganglionar tem uma duração mínima de 6 meses, podendo ser prolongado por até 12 meses, dependendo do caso.

Pacientes que nunca receberam qualquer tratamento para tuberculose ganglionar ou outra forma de tuberculose, ou que tomaram os remédios por menos de 30 dias, são tratados com o esquema 1, que inclui 3 antibióticos:

⇒ 1ª fase (2 meses): Rifampicina + Isoniazida + Pirazinamida.

⇒ 2ª fase (4 meses): Rifampicina + Isoniazida.

Se a evolução não for favorável, a segunda fase pode ser prolongada por mais 3 meses. Se o tratamento for feito corretamente, sem abandono, a chance de cura da tuberculose com o esquema 1 é de 98%.

Para pacientes que apresentam recidiva da tuberculose ganglionar após a cura com o esquema 1 ou que abandonaram o tratamento anteriormente, é indicado o esquema 1R (reforçado), com 4 antibióticos:

⇒ 1ª fase (2 meses): Rifampicina + Isoniazida + Pirazinamida + Etambutol.

⇒ 2ª fase (4 meses): Rifampicina + Isoniazida + Etambutol.

Quando os esquemas 1 e 1R não resultam, é adotado o esquema 3, que têm uma duração de 12 meses e também inclui 4 medicamentos:

⇒ 1ª fase (3 meses): Estreptomicina + Etionamida + Etambutol + Pirazinamida.

⇒ 2ª fase (9 meses): Etionamida + Etambutol.

A estreptomicina é o único medicamento administrado por injeção ou soro. Todos os outros antibióticos usados para tratar a tuberculose ganglionar são tomados por via oral.

A taxa de cura do esquema 3 varia 55 e 65%. Além dos medicamentos serem menos eficazes, os efeitos colaterais e a necessidade de ter que tomar injeções por 3 meses (estreptomicina) aumentam a taxa de abandono desse tratamento.

O tratamento da tuberculose é disponibilizado gratuitamente pelo Sistema Único de Saúde (SUS).

Saiba mais em:

Tuberculose tem cura? Qual o tratamento?

Tuberculose ganglionar é contagiosa?

O que é tuberculose ganglionar e quais são os sinais e sintomas?

Qual o melhor Cálcio para tomar para Osteoporose?

Qualquer remédio com 300mg ou mais de Carbonato de Cálcio associado com qualquer tipo de vitamina D está ótimo para a prevenção da Osteoporose. Caso seu objetivo seja o Tratamento da Osteoporose, então outros medicamentos devem ser associados. Uma alimentação equilibrada e a pessoa manter-se em atividade o máximo possível são ótimos para o tratamento e prevenção da Osteoporose.

Meningite fúngica tem cura? Qual o tratamento?

Meningite fúngica raramente tem cura e a taxa de mortalidade é alta, podendo chegar a 90% dos casos nas meningites não-criptocócicas. Pessoas com meningite fúngica causada por Cryptococcus geralmente precisam de tratamento por toda a vida (meningite crônica). 

O tratamento das meningites fúngicas é feito sobretudo com o medicamento antifúngico anfotericina B. Contudo, outros antifúngicos podem ser incluídos no tratamento, como flucitosina, miconazol, cetoconazol e fluconazol.

A evolução da doença e a gravidade dos sintomas depende do estado imunológico do paciente. No caso da meningite criptocócica, a evolução do quadro tanto pode ser lenta e durar meses ou anos, como pode ser fulminante ou levar à morte em apenas 2 semanas.

A meningite fúngica pode ser tornar crônica devido ao processo inflamatório contínuo das meninges (membrana que envolve o cérebro e a medula espinhal), podendo causar sérias complicações, como hidrocefalia e interrupção do fluxo sanguíneo cerebral.

A meningite fúngica é mais rara que as meningites virais e bacterianas, sendo mais comum em pacientes imunossuprimidos, como em casos de AIDS e câncer, por exemplo.

Leia também: Quais são os tipos de meningite?

Ao contrário da meningite viral e bacteriana, a meningite fúngica não é contagiosa, ou seja, não é transmitida de pessoa para pessoa.

Saiba mais em: Meningite é contagiosa? Como ocorre a transmissão?

Os principais fungos causadores de meningite são o Cryptococcus e o Coccidioides. Outros agentes fúngicos que também podem causar a doença incluem Candida, Aspergillus, Histoplasma, Blatomyces e Mucor.

Os médicos infectologista e neurologista são os responsáveis pelo tratamento da meningite fúngica.

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