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Dor e afins

Dor nos bicos dos seios. O que pode ser?

Dor nos mamilos (bicos dos seios) pode ter várias causas. Normalmente são causas benignas, a dor pode estar associada a um aumento dos hormônios estrogênio e progesterona, portanto relacionada ao ciclo menstrual, ou pode ser decorrente de alterações locais.

Dentre as possíveis causas para a dor no bico dos seios estão: gravidez, período pré e pós-menstrual, pré-menopausa, uso regular de contraceptivos orais, terapia de reposição hormonal, uso de antidepressivos, seios muito grandes, irritação local pelo uso de sabonetes e detergentes, amamentação e infecções, como micoses.

É importante ficar atenta também a outros sintomas no mamilo e na mama, que, se estiverem presentes, podem indicar doenças potencialmente graves. Esses sinais e sintomas incluem:

  • Coceira e inchaço no mamilo;
  • Formação de fissuras;
  • Sangramento;
  • Presença de caroços ou inchaços ao redor da aréola;
  • Saída de secreção pelo mamilo;
  • Saída de leite, sem estar grávida ou amamentando. 
Coceira no bico do seio, o que pode ser?

A coceira no mamilo pode ser causada por um processo inflamatório na pele, conhecido por dermatite, ou por alergia. O tratamento, nesses casos, é feito com pomadas, que melhoram rapidamente os sintomas. 

Contudo, é importante frisar que coceira e vermelhidão no bico do seio também podem ser sintomas de doença de Paget, um tipo raro de câncer de mama.

Se a dor ou a coceira no bico dos seios permanecer por mais de 10 dias, procure um/a médico/a mastologista ou dermatologista para uma avaliação.

Não faça uso de qualquer medicação antes de ser avaliada, pois pode mascarar algum sinal importante para o seu diagnóstico.

Leia também: Mamilos sangrando. O que pode ser e o que fazer?

Formigamento nas mãos, o que pode ser?

A sensação de formigamento nas mãos é causada pela compressão de um nervo ou pela má circulação sanguínea em determinada região do corpo. Sendo assim, todas as condições que causem essas situações podem levar a esse sintoma.

Ele pode ser um sintoma normal, causado apenas por má postura, ou por exemplo quando dormimos sobre o braço e, com isso, comprimimos os nervos e os vasos sanguíneos, prejudicando a circulação local, mas também pode ser sintoma de problemas mais sérios.

Entre as doenças relacionadas à compressão de nervos, a mais conhecida é a síndrome do túnel do carpo, que acontece principalmente em mulheres por volta dos 40 anos de idade, mas pode aparecer também em homens e pessoas mais jovens. Está relacionada à compressão dos nervos do punho. Essa compressão pode aparecer por inchaço do punho, que pode ocorrer no período da menopausa, durante a gravidez, no hipotireoidismo ou por consequência de traumas (pancadas) na região.

Leia também: Mãos inchadas: o que pode ser e o que fazer?

Cada vez mais frequente nos dias atuais, é a compressão causada por esforços repetitivos, em especial nas pessoas que utilizam demais os dedos para trabalhar, como por exemplo quem trabalha com computador e pianistas.

Doenças inflamatórias crônicas como a artrite reumatoide e o uso de alguns medicamentos também podem favorecer ao aparecimento dessa síndrome.

Outra situação de compressão nervosa não relacionada ao túnel do carpo é a hérnia de disco. Nesse caso, a raiz do nervo, que é localizada na coluna vertebral, acaba sendo "beliscada" pelos ossos vertebrais toda vez que o indivíduo vira o pescoço ou fica em determinada posição. Esse "beliscão" pode ser sentido como um formigamento intenso e súbito, que melhora quando o corpo volta à posição anterior.

Com relação à alteração da circulação, doenças como hipertensão, diabetes e outras que causem vasculite (doença dos vasos sanguíneos) podem levar ao sintoma.

E existem também as chamadas causas centrais, em que o sintoma é provocado por alterações no cérebro, e embora sejam mais raras também devem ser pensadas no momento do diagnóstico.

Por fim, formigamentos de início súbito, especialmente quando associados a outros sintomas também de início súbito, como dor no peito, fraqueza, alterações visuais, alterações da fala, alterações de comportamento, dificuldade para andar, desmaio entre outros, pode ser sinal de infarto ou AVC (derrame). Nesse caso, um pronto-socorro deve ser procurado imediatamente.

Em todo caso, para ter o diagnóstico mais preciso em cada situação, é fundamental procurar um clínico geral ou médico do trabalho, para que os exames sejam feitos e os tratamentos mais adequados sejam indicados.

Sinto dores abdominais do lado direito abaixo as costelas. Pode ser hepatite?

Dor abdominal do lado direito, abaixo as costelas, pode ser hepatite, mas não parece ser o seu caso, pois os exames estão dentro da normalidade.

A hepatite nem sempre manifesta sintomas e, quando estão presentes, caracterizam-se por:

  • Fadiga;
  • Falta de apetite;
  • Febre;
  • Náusea;
  • Dor nas articulações;
  • Urina escura;
  • Dores abdominais;
  • Icterícia (pele e olhos amarelados);
  • Entre outros.

Além do fígado, a vesícula biliar é outra causa comum de dor no lado superior direito do abdômen, principalmente quando há pedra na vesícula. Nesse caso, a dor abdominal é na realidade uma cólica biliar, provocada pela obstrução da vesícula por uma ou mais pedras. 

Se a obstrução permanecer por muito tempo, a vesícula inflama e surge a colecistite. Além de cólica biliar, que surge após a ingestão de alimentos gordurosos, a colecistite causa febre e vômitos.

Lesões na parte inferior do pulmão direito, no rim, nas costelas ou ainda em músculos também podem causar dor na porção superior direita do abdômen.

Saiba mais em: Dor abdominal: o que pode ser?

Consulte um/a médico/a clínico/a geral ou um/a médico/a de família se a dor abdominal for muito intensa, durar horas ou dias, ou ainda se vier acompanhada de vômitos, febre ou outros sintomas.

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O que pode ser dor de cabeça na nuca, enjoo e tontura?

Dor de cabeça na nuca, enjoo e tontura são sintomas muito inespecíficos e podem ocorrer nas mais diversas doenças (ou mesmo em pessoas perfeitamente saudáveis, na gravidez ou desidratação, entre outras causas).

Geralmente, nestes casos, quando não há quaisquer outros sintomas de gravidade, o tratamento é sintomático (dos sintomas), sendo a investigação feita em casos recorrentes ou sem melhora clínica com uso de remédios. É fundamental saber a sua idade, sexo, antecedentes pessoais e características específicas da dor de cabeça (onde exatamente dói (aponte)? qual o tipo da dor - pontada, peso, pulsação, aperto, queimação? é de um lado da cabeça, cabeça toda ou só na nuca mesmo? é intensa? quão intensa (dê uma nota de zero a dez - zero é a dor mais fraca da vida e dez é a pior)? é a mais forte da vida? chega a despertar do sono ou vomitar nas crises? irradia ("espalha") para algum lugar ou é restrita a essa região específica? há quanto tempo está com dor? ela é cíclica (vai e volta) ou contínua, durando dias? quando vem a dor dura quanto tempo? você já teve antes? é comum? tem algum horário do dia ou do mês em que acontece com mais frequência? piora com luz, som ou determinados alimentos? melhora com alguma coisa? está piorando, ao longo do tempo, ou apresentando novos sintomas concomitantes? e na família? é frequente? a tontura e o enjoo vêm juntos com a dor, ou são independentes dela? etc.), início dos sintomas, concomitância dos sintomas com febre ou outros sinais/sintomas de gravidade, etc.

Se houver apenas os sintomas citados na pergunta, simultaneamente, pode ser cefaléia tensional, migrânea (enxaqueca) - nestas duas primeiras possibilidades, a tontura e o enjoo viriam junto com a dor, labirintopatia ("labirintite"), problemas de visão ou uso de óculos inadequados ao seu grau, mas também podem ser condições muito mais graves, como meningite, aneurismas / tumores cerebrais, se houver outros sintomas concomitantes, enfim; é impossível dar o diagnóstico apenas com esses dados.

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Neste caso, um médico clínico deverá ser consultado para avaliação (com anamnese completa, e exame físico detalhado) e exames complementares se julgar necessário. Com base nas informações obtidas, poderá fazer o diagnóstico e tratamento corretos, caso a caso.

Dor no maxilar ao abrir a boca e ao mastigar, o que pode ser?

Dor no maxilar ao abrir a boca e ao mastigar pode ter como primeira hipótese diagnóstica distúrbios da articulação temporomandibular (DATM), mas pode ocorrer devido a várias causas, tais como neuralgia do trigêmeo, fibromialgia, sinusite, mastoidite, otite, etc.

Discutiremos aqui os DATM, causa mais comum dos sintomas mencionados, para não tornar a resposta muito ampla, mas é fundamental consultar um médico para que ele possa, através de sua história detalhada, exame físico e complementares (quando necessários), determinar a causa exata da sua dor.

O profissional mais habilitado a tratar estes distúrbios (quando corretamente diagnosticados) é o cirurgião-dentista com especialização em oclusão dentária que trata adequadamente cada causa específica.

Causas

As principais causas dos DATM são aquelas que alteram os músculos faciais, espasmos nos músculos mastigatórios desencadeados por tensão ou estresse, depressão e ansiedade, artrites ou fixações na articulação temporomandibular, traumatismos na mandíbula, má oclusão dentária (mordida com defeitos), bruxismo (ranger dos dentes ao dormir), morder objetos estranhos, roer unhas, mastigar chicletes em excesso, tumores e problemas de crescimento na mandíbula.

Sintomas

Os principais sinais e sintomas (não é preciso que todos estejam presentes) compreendem principalmente dor facial (que piora ou só aparece ao abrir e fechar a boca, seja falando, bocejando ou ao se alimentar, que pode espalhar para qualquer lugar da face, ouvido, pescoço ou nuca), dificuldade para abrir a boca (com contraturas musculares e calcificações articulares), som de estalido ou rangido ao morder, sensação de mordida torta ou cruzada, desvio da mandíbula para um dos lados, edema (inchaço) em face, otalgia (dor no ouvido), surdez momentânea, vertigem ou zumbidos, ouvido "tampado" e perturbações visuais, além de cefaleias frequentes (dor de cabeça). Desse modo, o otorrinolaringologista é, frequentemente procurado, devendo estar familiarizado com o diagnóstico e tratamento.

Diagnóstico

O diagnóstico é feito por um médico ou cirurgião dentista que palpa, observa e ouve a movimentação da mandíbula; sente o estado das articulações, dos músculos, dos ligamentos, a oclusão dos dentes (a mordida e correta coaptação das arcadas dentárias superiores e inferiores). São feitas perguntas ao paciente em busca de informações que possam ser a causa da dor e de outros sintomas, tais como traumas, hábitos orais, tratamentos médicos e dentais prévios. ​Podem ser solicitados exames de imagem da mandíbula e da movimentação da articulação em estágios variados (abertura total, média e fechamento total). Foram desenvolvidas uma variedade de outras técnicas para diagnosticar DATM, inclusive para localizar as contrações musculares, chamada de eletromiografia de superfície, sonografia (SonoPak), termografia e cinesiografia. São exames que detalham com precisão as estruturas afetadas.​

Tratamento

O tratamento é inicialmente clínico; apenas em casos mais graves ou não responsivos à terapia conservadora deve-se recorrer a técnicas cirúrgicas. Os objetivos do tratamento são reduzir a dor, restabelecer função mandibular confortável, limitar a recorrência da dor e restabelecer o padrão de vida normal, o mais rapidamente possível.

Inicialmente, na fase aguda, pode-se utilizar analgésicos simples e aplicação de bolsas de água quente com massagens na região afetada. Também é importante evitar dietas que demandem mastigação excessiva (carnes) ou abrir muito a boca (maçãs inteiras, por exemplo). Alguns pacientes podem precisar de antidepressivos, anticonvulsivantes ou analgésicos mais potentes (mas sempre deve-se começar o tratamento com os analgésicos mais fracos, e ir subindo gradualmente de intensidade se não houver melhora dos sintomas). Há evidências de que técnicas de relaxamento diminuem o sofrimento em casos de dor crônica. Respire lenta e profundamente, enrijeça e relaxe seus músculos alternadamente. A ioga e/ou hipnose são úteis para algumas pessoas.

Em casos mais graves, existem as seguintes opções:

  • Terapia de aplicação ortopédica (placa estabilizadora);
  • Terapia oclusal (ortodontia, reabilitação oral, etc...);
  • Correção de problemas dentários;
  • Cirurgia

Em caso de dor no maxilar ao abrir a boca e mastigar, um médico deverá ser consultado para avaliação, tratamento e/ou encaminhamento a um cirurgião bucomaxilofacial ou otorrinolaringologista, se necessário (distúrbios da ATM).

Dor no pé da barriga durante a gravidez, o que pode ser?

A dor no pé da barriga ou na região inferior da barriga durante a gravidez é comum, principalmente a partir do 2º trimestre e deve-se, geralmente, à compressão das estruturas internas do abdômen causadas pelo aumento do volume do útero e pelo estiramento dos ligamentos pélvicos.

É importante observar se há outros sinais e sintomas associados a essa dor, como sangramentos ou febre, por exemplo.

Também deve ser realizado um exame clínico para avaliar outras possíveis causas para as dores abdominais, como contrações uterinas, constipação intestinal, formação de gases, verminoses, cálculos nas vias urinárias ou infecção urinária. 

É preciso estar atenta a dores no pé da barriga parecidas com uma cólica menstrual forte, pois podem ser sinal de contrações uterinas.

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O/a médico/a obstetra, clínico/a geral ou médico/a de família deve ser consultado/a sempre que houver dúvidas em relação ao desenvolvimento da gravidez.

Dor no ânus: o que pode ser?

Dor no ânus pode ser sinal de diversas condições patológicas como hemorroida, fissura anal, câncer de reto, entre outras. É importante observar os outros sintomas que acompanham a dor anal para poder identificar a causa da mesma.

Algumas causas de dor no ânus:

  • Hemorroida interna: Pode causar dor anal no caso de haver trombose associada ou quando a pessoa faz muita força para evacuar, provocando o prolapso da hemorroida para fora. Graus mais avançados podem provocar ainda incontinência fecal acompanhada de corrimento, provocando irritação e coceira na região do ânus;
  • Hemorroida externa: Provoca dor no ânus ao evacuar e ao sentar. São visíveis e palpáveis;
  • Fissura anal: Provoca dor para evacuar, com presença de sangue vivo nas fezes ou perceptível na limpeza com papel higiênico. A fissura aguda provoca ardência no ânus durante a evacuação;
  • Proctalgia Fugaz: Doença funcional benigna do reto/ânus de causa desconhecida, cujo principal sintoma é uma dor no ânus/reto que pode ser bastante intensa mas fugaz (rápida), sem relação com as evacuações, que dura geralmente alguns minutos. A dor pode surgir em qualquer momento do dia e, quando à noite, pode acordar o paciente durante a madrugada, caracterizando-se como câimbra, espasmo anal (saiba mais em: O que é proctalgia fugaz?);
  • Abscesso: dor latejante ou contínua acompanhada de inflamação na região em torno do ânus e de sintomas gerais como febre, perda de apetite, fraqueza;
  • Câncer retal: Além de dor no ânus/reto, provoca também sintomas como não conseguir evacuar ou ficar com a sensação da evacuação ter sido incompleta, sangue nas fezes, diarreia e prisão de ventre alternadas, cólica, emagrecimento sem causa aparente, entre outros.

A dor no ânus pode ter tratamentos diferentes a depender da causa. Em caso de dor de ânus, a pessoa pode procurar o/a médico/a proctologista, clínico/a geral ou médico/a de família.

Dor na panturrilha, o que pode ser?

É bastante comum a ocorrência de dores nas panturrilhas ("batatas das pernas") e há algumas causas possíveis.

Se a dor for aguda, iniciada após atividade física, é mais provável que seja resultado de uma distensão do músculo da panturrilha (gastrocnêmio). Em algumas ocasiões será necessário o uso de relaxante muscular e/ou anti-inflamatório, além de repouso, para melhora dos sintomas. Outra causa de dor aguda são as cãibras, quando o músculo fica contraído durante alguns minutos, associadas a bastante dor. Normalmente são auto-limitadas e não necessitam tratamento, exceto se a dor permanecer mesmo após resolução da cãibra. Para evitá-las, é importante realização de alongamento e musculação 3x/semana, além de alimentação e hidratação adequadas durante a prática de atividade física. E, após uma rotina de exercícios, descansar por um dia, pelo menos.

Contudo, há doenças que podem causar dores nas panturrilhas e os pacientes devem estar atentos a elas:

  • insuficiência venosa: especialmente comum nas mulheres, nas pessoas que ficam muitas horas em pé e idosos. Usualmente, a dor nas panturrilhas é uma dor em peso (as pernas ficam "pesadas"), mais comum no final do dia e podem estar presentes inchaço, "vasinhos" (teleangiectasias) e varizes. O tratamento consiste no uso de meias elásticas, prática regular de exercícios físicos e, algumas vezes, será necessária cirurgia para remover as veias que ficaram dilatadas e disfuncionantes. O diagnóstico e seguimento deverá ser feito por médico cirurgião vascular;
  • insuficiência arterial (claudicação intermitente): comum em idosos e especialmente em tabagistas. Usualmente, a dor é forte, em pontada, e ocorre após andar alguns quarteirões ou ao subir uma rua ou escada. É característico que o paciente necessita interromper a caminhada em virtude da dor, e o repouso durante alguns minutos, resolve os sintomas. Contudo, retornando a caminhada, ressurge a dor. A quantidade de metros caminhados para iniciar a dor é variável conforme cada paciente e tende a ser menor conforme a gravidade da obstrução arterial. O tratamento consiste no uso de medicamentos e muitas vezes é necessária uma cirurgia para desobstrução da artéria acometida, e é importante e fundamental interromper o tabagismo. O diagnóstico e seguimento deverá ser feito por médico cirurgião vascular;
  • cisto de Baker: algumas pessoas podem apresentar um cisto na região do joelho e, se o cisto estourar, pode ocorrer dor nas panturrilhas e inchaço no joelho. Em algumas ocasiões pode ser necessária retirada cirúrgica. O diagnóstico e seguimento deverá ser feito por médico ortopedista ou reumatologista.

Se a dor nas panturrilhas for recorrente, é importante procurar avaliação médica especializada.

Saiba mais em:

Distensão muscular: o que é, quais os sintomas e como tratar?

Sinto muita dor nas pernas. O que pode ser?