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Saúde Mental

Problemas com desejo sexual, ereção ou ejaculação!
Dr. Charles Schwambach
Dr. Charles Schwambach
Médico

Estes assuntos são cuidados por um médico chamado Urologista, que inclui problemas em Pênis, Testículos, Bolsa Escrotal, Próstata, ou seja tudo relacionado ao aparelho reprodutor masculino e o urologista também cuida de tudo que esteja relacionado ao aperelho urinário tanto masculino como feminino.

1 - Tenho dificuldade de ereção, o que é? O que devo fazer?

Dificuldade com ereção é a chamada impotência sexual, que na maioria das vezes em jovens e adultos está relacionado com problemas de ordem emocional (existem outras causas, mas essa é a principal). Nestes casos deve procurar ajuda de um Urologista.

2 - Tenho falta de desejo sexual, o que é? O que devo fazer?

Resposta 1

3 - Tenho dificuldade de ereção somente com minha esposa ou namorada, se me masturbo ou fora de casa é normal, o que é? O que devo fazer?

Resposta 1

4 - Tenho facilidade para ejacular, não consigo segurar é muito rápido, o que é? O que devo fazer?

Isso chama-se ejaculação precoce, geralmente está relacionado com problemas de ansiedade e falta de auto-controle. Deve procurar um Urologista. Treinamento, psicoterapia e/ou remédios controlam isso muito bem.

5 - Quanto tempo é o normal levar para ejacular?

Não existe um tempo específico, porque tudo depende do tempo que a mulher leva para se satisfazer.

6 - Tenho dor na hora de ejacular, o que é? O que devo fazer?

Isso chama-se ejaculação dolorosa, existem muitas causas, deve procurar um Urologista.

Qual tempo máximo para uso de Fluoxetina?
Dra. Nicole Geovana
Dra. Nicole Geovana
Medicina de Família e Comunidade

Não há um tempo máximo para uso da Fluoxetina. Em geral, o tempo de tratamento é determinado pelo/a médico/a de acordo com o diagnóstico do/a paciente, a tolerância medicamentosa, presença de efeitos adversos e história pessoal.

A fluoxetina é um antidepressivo que trata a depressão, ansiedade, bulimia nervosa, transtorno compulsivo obsessivo, entre outros.

Devido às características da medicação e sua atividade metabólica, a fluoxetina pode demorar várias semanas para demonstrar um efeito adequado no tratamento. Por isso, é indicado que a medicação seja tomada como prescrito e de forma contínua, sem interrupções.

Leia também:

Quais os efeitos colaterais da fluoxetina?

Fluoxetina emagrece ou engorda?

A pessoa que está tomando fluoxetina deve ser acompanhada com consultas frequentes ao/à psiquiatra, médico/a de família ou clínico/a geral para avaliar o efeito terapêutico da medicação, os efeitos adversos e a continuidade do uso. 

Dificuldade de concentração: o que pode ser e o que fazer?
Dra. Rafaella Eliria Abbott Ericksson
Dra. Rafaella Eliria Abbott Ericksson
Clínica médica e Neurologia

Dificuldade de concentração e memorização no trabalho, na leitura ou nos estudos, pode ser sintoma de síndrome de burnout (estresse excessivo), transtorno do déficit de atenção, com ou sem hiperatividade (TDA/TDAH), que afeta adultos e crianças, ou ainda depressão.

Síndrome de Burnout

A síndrome de burnout (do inglês "burn" = queima e "out" = exterior) é caracterizada pelo esgotamento físico e mental de um indivíduo, diretamente relacionado a problemas com o trabalho, ou atividade laboral.

Sintomas

Além da dificuldade concentração, a síndrome de burnout pode causar os seguintes sinais e sintomas:

  • Fadiga e cansaço constante;
  • Distúrbios do sono;
  • Dores musculares;
  • Dores de cabeça;
  • Irritabilidade, Negativismo;
  • Esquecimentos;
  • Falta de atenção para suas necessidades básicas; 
  • Isolamento;
  • Falta de iniciativa.
Causas
  • Problemas de relacionamento com colegas de trabalho, clientes e chefes;
  • Falta de cooperação entre os colegas;
  • Falta de equilíbrio entre a vida profissional e pessoal;
  • Falta de autonomia.
Tratamento

O tratamento da síndrome de burnout é feito com psicoterapia e adoção de medidas para melhorar a qualidade de vida, prevenir e controlar o estresse e melhorar a saúde física, como:

  • Dormir bem;
  • Ter uma boa alimentação;
  • Praticar atividades físicas regulares;
  • Incluir hobbies / atividades de lazer com regularidade;
  • Manter e cultivar o interesse pela vida social.
Transtorno do Déficit de Atenção e Hiperatividade (TDAH)

Outro problema que pode causar dificuldade de concentração e afetar a memória é o transtorno do déficit de atenção e hiperatividade (TDAH).

O TDAH é uma doença neurológica que afeta adultos e crianças e caracteriza-se por falta de atenção, inquietude e impulsividade. Grande parte dos casos surge na infância, podendo acompanhar a pessoa por toda a vida.

Sintomas
  • Adultos:

    • Distração;
    • Dificuldade para realizar tarefas diárias;
    • Problemas de relacionamento;
    • Isolamento, que pode levar à depressão;
    • Hábito em adiar tarefas difíceis de executar;
    • Mau gerenciamento do tempo;
    • Falta de organização.
  • Crianças:
    • Falta de atenção (vivem "no mundo da lua");
    • Dificuldade no aprendizado;
    • Hiperatividade;
    • Impulsividade;
    • Inquietação;
    • Dificuldade de concentração.
Causas

Indivíduos com déficit de atenção apresentam alterações na região do cérebro responsável pelo controle dos impulsos, atenção, memória, organização, planejamento e autocontrole.

Tratamento

Não existe cura para o TDAH, mas é possível controlar a doença através de medicamentos, orientação para os pais e professores, técnicas específicas ensinadas ao paciente e psicoterapia (Terapia Cognitivo Comportamental).

Leia também: O que é TDAH e como é diagnosticado?

Depressão

Já a depressão é uma doença neurológica que se caracteriza por tristeza intensa, constante ou intermitente, que interfere nas atividades de vida diárias.

Suas causas são variadas, desde herança genética, traumas emocionais ou uso de drogas e medicamentos.

Sintomas

A depressão pode causar sinais e sintomas como:

  • Tristeza profunda e duradoura;
  • Falta de interesse, Apatia, Desânimo;
  • Falta de vontade de realizar tarefas;
  • Pessimismo;
  • Dificuldade de concentração;
  • Ansiedade;
  • Sono irregular;
  • Cansaço diurno;
  • Dores de cabeça;
  • Episódios de falta de ar;
  • Alterações no trânsito intestinal;
  • Taquicardia, entre outras.
Tratamento

O tratamento da depressão inclui medicamentos antidepressivos, psicoterapia, mudanças no estilo de vida e prática regular de exercícios físicos.

Saiba mais em: 

Fadiga constante significa que tenho uma doença?

Como saber se tenho depressão? Quais os Sintomas?

As 4 Formas para Combater a Depressão

Em caso de dificuldade de concentração, consulte um médico neurologista ou psiquiatra para que o diagnóstico seja confirmado e receba um tratamento adequado.

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O que é a síndrome do intestino irritável?
Dra. Ângela Cassol
Dra. Ângela Cassol
Médico

A síndrome do intestino irritável é uma alteração da motilidade do tubo digestivo caracterizada clinicamente por anormalidades do hábito intestinal (constipação e/ou diarreia) e dor abdominal, na ausência de patologia orgânica demonstrável.

O diagnóstico é baseado no preenchimento dos Critérios de Roma III, que são citados abaixo:

  • Dor ou desconforto abdominal recorrente durante mais de três dias no mês, nos últimos três meses, com duas de três características:
  1. alívio com a defecação;
  2. início associado à alteração na frequência das evacuações (mais de três vezes/dia ou menos de três vezes/semana);
  3. início associado à alteração na forma (aparência) das fezes (fezes endurecidas, fragmentadas, em “cíbalos” ou “caprinas” e fezes pastosas e/ou líquidas).

Outros sintomas podem estar presentes a auxiliar no diagnóstico, como:

  • esforço excessivo durante a defecação;
  • urgência para defecar;
  • sensação de evacuação incompleta;
  • eliminação de muco durante a evacuação;
  • sensação de plenitude ou distensão abdominal;
  • antecedentes de sintomas anteriores sem explicação médica;
  • agravamento depois das refeições;
  • sintomas com duração superior a seis meses;
  • piora com o estresse;
  • acompanhado de ansiedade e/ou depressão.

Leia também: Distensão abdominal: Quais as causas e como tratar?

Alguns sintomas e condições devem ser "alertas" para uma investigação mais acurada, para descartar outros diagnósticos. São eles:

  • Aparição dos sintomas depois dos 50 anos de idade;
  • Sintomas de aparição recente
  • Perda de peso não-intencional
  • Sintomas noturnos
  • Antecedentes familiares de câncer de cólon, doença celíaca, doença inflamatória intestinal
  • Anemia
  • Sangramento retal
  • Uso recente de antibióticos
  • Tumorações abdominais/retais
  • Elevação de marcadores inflamatórios
  • Febre

O diagnóstico e o tratamento devem ser feitos pelo médico gastroenterologista.

Tenho tremores na cabeça. O que pode ser e o que fazer?
Dra. Rafaella Eliria Abbott Ericksson
Dra. Rafaella Eliria Abbott Ericksson
Clínica médica e Neurologia

Tremores e espasmos musculares podem ter muitas causas. A origem pode estar no nervo, no músculo ou ainda ter fundo emocional, como ansiedade. Se os tremores na cabeça são desencadeados por sustos, nervosismo, ansiedade ou estresse, é provável que tenham uma origem psicológica.

Outra causa comum são as alterações de origem neurológica, que frequentemente pioram nos períodos de maior estresse, dentre as mais comuns podemos destacar: o tremor essencial, tremor benigno familiar que acomete voz, mãos e cabeça, nas mãos o tremor é simétrico, de intensidade leve e piora com o movimento ou realização de tarefas delicadas e com estresse;  tremor por uso regular de alguns medicamentos, como suplementos para atividades físicas ou medicamentos para emagrecer; o tremor parkinsoniano, raramente causa tremor na cabeça, mas por vezes pode acontecer em estágios iniciais da doença; tiques motores, que são movimentos rápidos, súbitos e involuntários de cabeça, braço, ou partes do corpo, entre outros. Não são doenças que causem preocupação maior porém devem ser avaliadas por um profissional. 

No seu caso especificamente, o mais indicado é procurar um médico clínico geral ou neurologista, para fazer uma avaliação detalhada e orientações adequadas ao seu caso. 

Leia também:

O que são espasmos musculares e quais as causas?

Tenho tremores ou espasmos no pescoço do lado esquerdo. Que médico devo procurar?

Coração acelerado, tremores no corpo e formigamento nas mãos e braços, o que pode ser?

Como saber se tenho depressão? Quais os sintomas?
Dr. Gabriel Soledade
Dr. Gabriel Soledade
Médico

O diagnóstico de depressão segue critérios definidos pelas sociedades de psiquiatria mundiais, os quais estão sendo revisados e atualizados constantemente.

Portanto, para confirmar o quadro de depressão, são obrigatórios a presença de pelo menos cinco dos nove critérios descritos abaixo, sendo que devem estar presentes por pelo menos duas semanas, e que um deles seja obrigatoriamente, humor deprimido ou perda importante de interesse ou prazer.

Os critérios são:

  • Humor deprimido, desânimo ou irritabilidade na maior parte do dia;
  • Falta de interesse ou prazer nas atividades diárias, físicas ou de trabalho;
  • Perda de apetite com ganho ou diminuição do peso considerável, sem que esteja em tratamento para isso, com dietas ou restrição alimentar;
  • Insônia ou sonolência diurna excessiva;
  • Agitação ou preguiça excessiva;
  • Fadiga constante, dores musculares;
  • Sentimento constante de culpa;
  • Dificuldade de concentração e ou distúrbios de memória (muito esquecimento), indecisão;
  • Pensamentos frequentes de morte, ideias suicidas, desejo de autoagressão ou automutilação.

A depressão é diferente do "humor triste" ou da reação de luto, que são consideradas situações normais. Na depressão dito doença, os sintomas têm uma duração prolongada (no mínimo duas semanas), e são de intensidade tal que prejudicam a pessoa nas suas tarefas do dia-a-dia.

Pessoas com depressão apresentam um humor deprimido durante praticamente todo o tempo e todos os dias. A sensação é de vazio, tristeza profunda e falta de esperança.

O paciente depressivo geralmente sente-se inútil, com sentimento de culpa exagerados, muita indecisão, dificuldade de concentração, pensamentos negativos constantes, vontade de deixar de viver, podendo haver tentativas de suicídio.

A depressão pode causar ainda aumento ou perda de peso, bem como alterações do apetite, que pode estar maior ou menor.

Os sintomas da depressão podem incluir ainda distúrbios do sono, com insônia ou sono em excesso. Além disso, são comuns o cansaço e a falta de energia quase que constantes.

Pessoas depressivas tendem a apresentar movimentos mais agitados ou mais lentos que o normal. A falta de energia e o cansaço ocorrem quase que diariamente.

Qual é o tratamento para depressão?

O tratamento da depressão é feito com medicamento antidepressivo, atividade física e psicoterapia. Os antidepressivos melhoram progressivamente os sintomas da depressão e ajudam a prevenir novas crises. Em geral, os resultados já podem ser notados depois de algumas semanas do seu início.

No entanto, mesmo com uma melhora significativa dos sintomas, o uso do antidepressivo geralmente é mantido por tempo prolongado. O tempo de duração do tratamento pode ser de meses, anos ou por toda a vida, conforme o caso.

A atividade física se mostra cada vez mais importante no tratamento, por aumentar a autoestima, aproximar de novos contatos, o que não deixa de ser uma terapia conjunta, além de fortalecer musculatura, o que diminui as queixas frequentes de dor e fadiga desses pacientes.

A psicoterapia exerce um papel muito importante no tratamento da depressão, pois atua na origem do transtorno e ajuda a pessoa a identificar os seus pensamentos e comportamentos e refletir sobre as suas emoções. Uma das técnicas de psicoterapia mais usada no tratamento da depressão é a terapia cognitivo comportamental.

O diagnóstico, o tratamento e o acompanhamento da depressão devem ser realizados por um/a médico/a psiquiatra.

Saiba mais em: Como é o tratamento para transtorno depressivo maior?

Comecei tomar fluoxetina para ansiedade e gula por doce...
Dr. Charles Schwambach
Dr. Charles Schwambach
Médico

Fluoxetina é uma boa opção para você resolver seus problemas e os sintomas de "efeitos colaterais" tendem a desaparecer com o tempo sim, apesar de que algumas coisas que você andou sentindo pode ser da sua ansiedade mesmo e não do medicamento.

O que é síndrome do pânico?
Dra. Nicole Geovana
Dra. Nicole Geovana
Medicina de Família e Comunidade

A síndrome do pânico é um transtorno mental caracterizado por ataques agudos de ansiedade intensa, em que a pessoa acha que algo catastrófico pode lhe acontecer a qualquer momento. O ataque de pânico ocorre de forma abrupta e inesperada, começa com um breve período de medo ou mal-estar intenso e atinge o seu pico em poucos minutos. 

A duração de um ataque de pânico varia entre 15 e 30 minutos. Durante a crise, a pessoa apresenta sintomas físicos e mentais. Os sintomas físicos da síndrome do pânico incluem respiração ofegante, batimentos cardíacos acelerados, falta de ar ou sensação de asfixia, boca seca, tonturas, náuseas, tremores, transpiração intensa, desconforto na barriga e no peito, podendo até ocorrer vômitos ou desmaios no pico da crise.

O início repentino e rápido dos sintomas, associado ao aumento da frequência cardíaca, muitas vezes leva o indivíduo a pensar que vai ter um ataque cardíaco.

Os sintomas psicológicos que caracterizam a síndrome do pânico incluem desespero, medo de morrer, medo de enlouquecer, sensação de que algo trágico vai acontecer, sensação de morte iminente. Também já se sabe que mais da metade das pessoas com síndrome do pânico apresentam também sintomas de depressão.

Saiba mais em: Quais são os sintomas da síndrome do pânico?

Quem tem síndrome do pânico acaba vivendo com medo de ter medo, já que nunca sabe quando terá um ataque novamente. Isso gera muita ansiedade e insegurança, o que afeta significativamente a qualidade de vida da pessoa.

Veja aqui o que fazer se você tiver um ataque de pânico.

A síndrome do pânico é cerca de três vezes mais comum nas mulheres e os sintomas geralmente se manifestam na adolescência e início da vida adulta. 

Não existe uma causa específica para o transtorno do pânico. A primeira crise pode ocorrer devido a um acontecimento traumático ou uma situação de estresse intenso, embora a maioria dos ataques iniciais ocorra sem motivo aparente.

Acredita-se que uma das possíveis causas para a síndrome do pânico esteja relacionada com fatores genéticos. Outra hipótese é uma disfunção do sistema de alerta do cérebro. O sistema de alerta é acionado naturalmente em situações que causam medo. Porém, quem sofre do transtorno pode ter esse sistema acionado sem uma causa específica.

O tratamento da síndrome do pânico é feito através da combinação de medicamentos com terapia cognitiva comportamental. A cura do transtorno é difícil de ser alcançada, com uma taxa de recaída bastante elevada.

Leia também: Síndrome do pânico tem cura? Qual é o tratamento?

O/a médico/a psiquiatra, clínico/a geral e médico/a de família podem realizar o diagnóstico e orientação do tratamento da síndrome do pânico.