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3 Remédios Naturais que Vão te Ajudar a Dormir
Dra. Rafaella Eliria Abbott Ericksson
Dra. Rafaella Eliria Abbott Ericksson
Clínica médica e Neurologia

Conheça 3 remédios naturais que ajudam a dormir melhor à noite, que combatem a insônia e a ansiedade:

  1. Chá de Maracujá (Passiflora edulis): Possui propriedades sedativas que relaxam, combatem a ansiedade e ajudam a dormir melhor;

    • Ingredientes:

      • 3 colheres de folhas secas de Passiflora;
      • 200 ml de água fervente;
    • Como fazer e tomar:
      • Acrescente as folhas secas de Passiflora à água fervente;
      • Deixe abafado por 10 minutos;
      • Tome o chá de maracujá 2 horas antes de ir para cama dormir;
    • Contraindicações: Não deve ser tomado por quem tem pressão baixa.
  2. Chá de Valeriana (Valeriana officinalis): Possui propriedades calmante e sedativa que induzem o sono e combatem a insônia;
    • Ingredientes:
      • 1 colher de chá de raízes e caule de valeriana;
      • 1 xícara de chá de água fervente;
    • Como fazer e tomar:
      • Adicione a valeriana à água fervente;
      • Deixe em infusão, tapado, durante 5 minutos;
      • Coe e tome uma xícara de chá de valeriana 3 vezes ao dia e antes de ir dormir;
    • Contraindicações: Não deve ser usado por mulheres grávidas ou que estejam amamentando;
  3. Chá de Mulungu (Erythrina mulungu): Tem ação calmante e sedativa; o chá é feito com a casca do caule do mulungu triturada;
    • Ingredientes:
      • 4g de cascas de mulungu;
      • 1 xícara de chá de água fervente;
    • Como fazer e tomar:
      • Adicione o mulungu à água fervente;
      • Deixe ferver durante 15 minutos e desligue o fogo;
      • Coe e tome o chá de mulungu enquanto ainda estiver morno, no máximo 3 xícaras por dia;
    • Contraindicações: Evite tomar o chá de mulungu por mais de 3 dias consecutivos; mulheres grávidas, pessoas com pressão baixa e aquelas que tomam medicamentos para pressão alta, devem evitar tomar o chá de mulungu.

Além dos chás que funcionam como remédios naturais para combater a insônia, existem também outras medidas que ajudam a dormir e melhorar a qualidade do sono.

Leia mais sobre o assunto em:

Não consigo dormir: o que fazer?

10 Dicas para Melhorar a Qualidade do Sono

8 dicas para regular o seu sono

Se continuar a ter dificuldades para dormir, consulte um médico neurologista, especialista em distúrbios do sono.

O que acontece se uma pessoa que não tem diabetes toma insulina?
Dra. Nicole Geovana
Dra. Nicole Geovana
Medicina de Família e Comunidade

Se uma pessoa que não tem diabetes tomar insulina, o seu nível de glicose (açúcar) no sangue pode ficar baixo e ela pode apresentar desde tontura e dor de cabeça até convulsão e coma, nos casos mais graves. Essa diminuição da glicose sanguínea chama-se hipoglicemia.

É importante ressaltar que toda medicação deve ser tomada sempre com indicação médica e com receita constando a dosagem, a frequência e o período de tempo que deve ser utilizada.

As medicações que são tomadas sem indicação médica podem provocar sintomas não desejados e, por vezes, fatal.

Caso você não esteja se sentindo bem, peça ajuda para seus familiares, amigos mais próximos ou procure um serviço de saúde para ser atendido. No serviço de saúde, os profissionais podem ser úteis na escuta das suas angústias, na orientação sobre as possibilidades disponíveis para amenizar o seu problema.

Você pode realizar uma ligação gratuita para o Disque Intoxicação da ANVISA através do número 0800 722 6001.

Outro apoio disponível por meio de ligação telefônica gratuita é o CVV (Centro de Valorização da Vida) pelo número 188. Essa central telefônica disponibiliza pessoas competentes na oferta de apoio emocional e prevenção do suicídio. Por esse número de telefone ou em chat no site da CVV, você pode entrar em contato e conversar de forma totalmente sigilosa 24 horas por dia.

A insulina é um hormônio produzido pelo pâncreas e que tem como função transportar a glicose para dentro das células para ela ser transformada em energia.

Esse açúcar, a glicose, é a principal fonte de energia utilizada pelo corpo e é essencial para manter o funcionamento do cérebro.

Os diabéticos produzem pouca ou nenhuma insulina e há casos em que produzem o hormônio, mas o organismo não é capaz de utilizá-lo.

Se um indivíduo com diabetes não tomar insulina, ou outra medicação específica, o seu nível de açúcar no sangue fica elevado (hiperglicemia), pois sem insulina a glicose não consegue entrar nas células e o seu corpo precisa queimar músculos e gordura para obter combustível.

No entanto, se alguém que não tem diabetes toma insulina, o excesso deste hormônio irá rapidamente diminuir a quantidade de glicose circulante no sangue, podendo então provocar um quadro de hipoglicemia.

Os sintomas de hipoglicemia são causados pela falta de açúcar no cérebro e pelo aumento da liberação de adrenalina, que é uma tentativa do corpo em fazer subir o nível de glicose.

Dentre os sintomas relacionados com a falta de glicose no cérebro estão:

  • Visão turva;
  • Tonturas;
  • Fraqueza;
  • Dor de cabeça;
  • Raciocínio lento;
  • Formigamentos;
  • Fome;
  • Dificuldade de concentração;
  • Irritabilidade;
  • Alterações de comportamento;
  • Convulsão e coma, nos casos mais graves.

Já os sintomas mais frequentes causados pelo aumento de adrenalina são;

  • Transpiração;
  • Tremores; Palpitações.

Veja também: O que é a hipoglicemia?

Para combater a hipoglicemia, a pessoa pode tomar um copo de suco de fruta ou refrigerante não diet, colocar um pouco de açúcar embaixo da língua ou chupar balas até melhorar os sintomas.

Em caso de desmaio, ela deve ser colocada de lado e uma ambulância deve ser chamada com urgência, através do número 192.

Diferenças entre Esquizofrenia e Transtorno Bipolar
Dra. Rafaella Eliria Abbott Ericksson
Dra. Rafaella Eliria Abbott Ericksson
Clínica médica e Neurologia

As principais diferenças entre esquizofrenia e transtorno bipolar são:

Características Esquizofrenia Transtorno Bipolar
Início do quadro Mais lento (insidioso) Mais rápido (súbito)
Delírio "Mania de perseguição", não influenciada pelo humor "Mania de grandeza", muito influenciado pelo humor
Alucinação Comum Menos comum
Sintoma negativo Comum Não apresenta
Déficit cognitivo Comum Menos comum
Disfunção social Comum Menos comum
Tratamento medicamentoso Antipsicóticos de 1ª e 2ª geração Estabilizadores de humor e antipsicóticos de 2ª geração

A maior diferença entre esquizofrenia e transtorno bipolar é que os pacientes com transtorno bipolar apresentam uma melhor evolução, com eliminação total dos sintomas e retorno às suas atividades diárias entre uma crise e outra, enquanto que a esquizofrenia mantém os seus sintomas residuais, mesmo entre as crises.

Os esquizofrênicos são caracterizados sobretudo por sintomas negativos, como perda de interesse, desmotivação, apatia e dificuldades de se socializar e relacionar.

Porém, com a chegada dos primeiros antipsicóticos nos anos 50, as diferenças entre esquizofrenia e transtorno bipolar diminuíram bastante, ao ponto dos casos de ambas as doenças serem confundidas uma com a outra.

A resposta aos medicamentos passou então a influenciar o diagnóstico psiquiátrico, com tendência para diagnosticar como bipolar o paciente que melhor responder e se recuperar com o tratamento.

A crise aguda de um paciente com transtorno bipolar pode ser parecida com o surto psicótico de uma pessoa com esquizofrenia, principalmente se houver também delírios e alucinações, o que torna difícil diferenciar uma doença da outra nessa fase, ficando porém mais fácil após a crise.

Em geral, o paciente bipolar tem uma melhor recuperação e volta às suas atividades mais rápido que o esquizofrênico, sem apresentar também os sintomas negativos característicos da esquizofrenia.

Os sintomas cognitivos são também menos afetados nos casos de transtorno bipolar do que nos de esquizofrenia.

Apesar dos sintomas de humor (depressão, euforia, exaltação, raiva, irritabilidade) serem frequentes na esquizofrenia, eles são a principal alteração causada pelo transtorno bipolar.

São essas variações de humor que levam às crises de depressão ou mania e que explicam os principais problemas de comportamento, delírios e alucinações dos pacientes bipolares.

Já o esquizofrênico, apesar do humor influenciar o seu comportamento, ele não é o causador dos seus principais sintomas.

Isso é facilmente verificado no final da crise, quando os pacientes bipolares melhoram com a estabilização do humor enquanto que os esquizofrênicos continuam com delírios, alucinações e sintomas negativos, mesmo tendo um humor aparentemente melhor.

O médico psiquiatra é o responsável por diferenciar e diagnosticar a esquizofrenia e o transtorno bipolar, bem como conduzir o tratamento.

Leia também:

Diferenças entre Esquizofrenia e Depressão

O que é uma psicose e quais são os seus sinais e sintomas?

Sensação que a garganta está fechando falta de ar...
Dr. Charles Schwambach
Dr. Charles Schwambach
Médico

Trate seus problemas emocionais que provavelmente sua garganta não vai mais incomodar.

Diferenças entre Gravidez e Gravidez Psicológica
Dra. Nicole Geovana
Dra. Nicole Geovana
Medicina de Família e Comunidade

As diferenças entre gravidez e gravidez psicológica podem, no início, passar despercebidas uma vez que a gravidez psicológica provoca os mesmos sinais e sintomas de uma gravidez real, tais como:

  • Menstruação atrasada;
  • Crescimento da barriga;
  • Inchaço das mamas;
  • Aumento da temperatura corporal;
  • Sonolência;
  • Enjoos;
  • "Desejos de grávida";
  • Lactação (produção de leite);
  • Pode inclusive haver alterações hormonais, porém, os níveis de beta HCG, usado para detectar uma gravidez, não mudam.

Na gravidez psicológica, a mulher acredita mesmo que está grávida e o seu corpo sofre alterações, levando também outras pessoas a acreditarem que ela está grávida, inclusive o/a médico/a. Há casos em que a mulher chega a sentir o bebê mexer.

A gravidez psicológica é um distúrbio emocional que faz com que a mulher apresente os sintomas de uma gestação sem estar grávida. A gravidez psicológica pode, inclusive, durar os mesmos 9 meses da gravidez real.

Além dos sintomas físicos, a gravidez psicológica provoca também sintomas psicológicos. Mesmo depois da gravidez ser desmentida pela menstruação, pelos exames de sangue e de imagem (ultrassom), a mulher pode continuar convicta que está grávida.

As mulheres mais propícias a terem uma gravidez psicológica são aquelas que têm um forte desejo de engravidar e não têm sucesso e as que têm pavor de engravidar.

O tratamento dos casos de gestações psicológicas é feito com psicoterapia. Medicamentos antidepressivos também podem ser necessários.

O diagnóstico de uma gravidez psicológica pode ser feito pelo/a ginecologista, médico/a de família ou clínico/a geral, que deverá posteriormente encaminhar a paciente para o tratamento psicológico e/ou psiquiátrico.

Transtorno opositor desafiador tem cura? Como é o tratamento?
Dra. Rafaella Eliria Abbott Ericksson
Dra. Rafaella Eliria Abbott Ericksson
Clínica médica e Neurologia

Transtorno opositor desafiador (TOD) pode ter cura sim, principalmente se o tratamento for iniciado de forma precoce.

Importante salientar que os casos de TOD que não são devidamente tratados, podem evoluir para outros distúrbios, como o transtorno de conduta e o transtorno de personalidade antissocial na adolescência e idade adulta.

Na adolescência, o TOD pode aumentar o risco de transtorno de ansiedade, abuso de álcool, uso de drogas e delinquência.

Como deve ser o tratamento do Transtorno opositor desafiador?

O tratamento deve ser multidisciplinar, abordando diferentes áreas e métodos, levando em consideração sobretudo a avaliação e orientações nos ambientes sociais e familiares aos quais as crianças estão inseridas.

Quando a criança apresenta outros transtornos mentais associados, como ansiedade, TDAH, depressão e bipolaridade, o uso de medicamentos pode ser necessário.

Com o tratamento adequado, é possível controlar os sintomas do transtorno de oposição desafiante. Através da psicoterapia, a criança ou o adolescente aprende a controlar as emoções, sobretudo a raiva, lidar com as frustrações e relacionar-se socialmente.

Para os pais, a terapia familiar e as orientações do psicólogo ajudam a elaborar melhores métodos de disciplina.

É importante frisar que o sucesso do tratamento depende muito das mudanças que devem ocorrer nos ambientes sociais e familiares que cercam a criança. Por isso, os resultados podem demorar para aparecer e o tratamento pode levar anos.

Saiba mais em:

Como identificar o transtorno opositor desafiador (TOD)?

Quais as causas do transtorno opositor desafiador (TOD)?

Toda vez que fico nervosa e ansiosa ocorrem sangramentos, o que pode ser?
Dr. Charles Schwambach
Dr. Charles Schwambach
Médico

Seu problema principal deve ser depressão ou ansiedade. Doenças psicológicas, normalmente escolhem um órgão (órgão alvo, diferente para cada pessoa) para repassar parte da dor psicológica e aliviar a tensão interna, transformando isso em sintomas físicos, como no seu caso sangramento vaginal.

Precisa tratar seu nervosismo e provavelmente irá melhorar do físico. Em alguns casos isso é mera coincidência (pouco provável) e você tem as duas coisas (problema psicológico e problema físico no útero). Precisa procurar um ginecologista.

Não consigo emagrecer, o que devo fazer?
Dra. Rafaella Eliria Abbott Ericksson
Dra. Rafaella Eliria Abbott Ericksson
Clínica médica e Neurologia

Para emagrecer, é necessário primeiro uma consulta médica para realização de exames básicos, que irão descartar doenças ou alterações hormonais, que possam ser a causa desse aumento de peso ou até mesmo da dificuldade em emagrecer.

Após os resultados e descartando causas secundárias para sua dificuldade, deverá iniciar um plano alimentar indicado por um/uma nutrologista e nutricionista, que deverão prescrever uma dieta de acordo com as suas necessidades calóricas e nutricionais, além de associar a dieta com exercícios físicos orientados.

Outras dicas que pode começar a seguir desde então:

1. Fazer pequenos lanches entre as principais refeições, pois estimula o metabolismo a manter o apetite sob controle. Barras de cereais, iogurtes desnatados e frutas são boas opções de lanches.

2. Distribuir os alimentos ao longo do dia. Evite comer grandes quantidades de carboidratos de uma só vez, para que o excesso não seja armazenado sob a forma de gordura.

3. Investir em alimentos integrais, como massas, arroz, pães e cereais, pois prolongam a sensação de saciedade. Alimentos feitos com farinha branca saciam temporariamente, mas, após um curto período de tempo, a pessoa volta a sentir fome.

4. Não deixar de lado as proteínas, que além de serem essenciais para a manutenção da massa muscular, prolongam a sensação de saciedade. Frango, peixes, carnes, leite, ovos e leguminosas (grão-de-bico, feijão, lentilha) são boas fontes de proteína.

5. Iniciar atividade física, de preferência em grupo e que te traga prazer, para que ajude na assiduidade do exercício. (Lembrando de realizar avaliação médica prévia).

6. Cuidar do seu estado emocional. É fundamental manter o controle emocional, evitando ou procurando ajuda caso apresente ansiedade ou depressão. Pessoas com distúrbios alimentares e sobrepeso costumam apresentar também quadros de ansiedade ou oscilação de humor, que atrapalham na rotina alimentar. Para isso é importante buscar ajuda e tratamento. Os responsáveis para tratar e orientar quanto a esses sintomas são psicólogos e psiquiatras.

Existem grupos bem estruturados para auxiliar no emagrecimento, com propostas sérias e resolutivas, existem medicamentos, quando o aumento do peso passa a causar riscos aos pacientes, indicação de cirurgia, entre outros. Ou seja, existem muitas formas de auxiliar as pessoas a emagrecer, dependendo de cada caso.

O/A médico/a saberá como orientar o seu caso.

Agende uma consulta com médico/a da família, clínico/a geral ou Nutrologista para dar início ao seu plano de tratamento, de forma segura e saudável.

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