Perguntar
Fechar

Tratamentos

HPV na garganta: Quais os sintomas e como tratar?

O principal sintoma de infecção pelo vírus HPV na garganta é o aparecimento de verrugas ou placas esbranquiçadas no local. Contudo, o HPV pode causar ainda irritação na garganta e nas amígdalas, além de dor ou dificuldade para engolir. Esses sintomas podem ser semelhantes a uma infecção bacteriana.

O HPV também pode apresentar essas lesões na boca, na língua, na mucosa da bochecha e nos lábios.

A infecção por alguns tipos do vírus HPV, sabidamente, os tipos 16,18,31, 33, 35 e 55, está relacionada a um risco aumentado para desenvolver câncer, por isso, na suspeita desta infecção, você deve procurar tratamento médico e manter de forma regular o seu acompanhamento até alcançar a cura desta doença.

Qual é o tratamento para HPV na garganta?

O tratamento da infecção por HPV na garganta envolve o uso de medicamentos e a remoção das lesões através de cauterização ou pequenas cirurgias. Quando a lesão evolui para câncer, o tratamento pode incluir ainda cirurgia, radioterapia e ou quimioterapia.

Mesmo após a remoção cirúrgica das verrugas, elas podem voltar a aparecer, principalmente quando o tratamento não é completo, permitindo que algumas células permaneçam infectadas. O reaparecimento dos sintomas do HPV na garganta pode ser desencadeado por baixa imunidade, estresse e outros fatores emocionais.

Saiba mais em: Como é feito o diagnóstico do HPV?

Como é a transmissão do HPV na garganta?

A infecção pelo HPV na garganta geralmente ocorre pela via sexual ou da mãe para o feto durante a gravidez. Pessoas infectadas com o HPV têm mais chances de desenvolver câncer de garganta, mesmo sem apresentar sintomas do vírus.

Contudo, vale lembrar que o aparecimento de tumores na garganta é desencadeado não só pelo HPV isoladamente, mas pela combinação da infecção pelo vírus com fatores genéticos, fatores externos e hábitos de vida, como o consumo regular e exagerado de bebidas alcoólicas e o hábito de fumar cigarro.

Leia também: Quem deve tomar a vacina contra HPV?

O médico otorrinolaringologista é o especialista indicado para diagnosticar e tratar as infecções por HPV na garganta.

Saiba mais em:

Quem tem HPV pode doar sangue?

HPV durante a gravidez: quais os riscos e como tratar?

Quem tem HPV pode engravidar?

Febre reumática tem cura?

Sim e não, ao mesmo tempo. A febre reumática é uma doença provocada pelos anticorpos que o corpo do próprio paciente produzem, após uma infecção causada pela bactéria estreptococo hemolítico do grupo A.

Na fase inicial, esses anticorpos "atacam" várias partes do organismo, causando inflamação em estruturas como as articulações, valvas do coração, cérebro e outras. O tratamento inclui repouso, remédios sintomáticos e anti-inflamatórios, e dura cerca de algumas semanas, após a qual esses anticorpos perdem seu efeito e a doença pára de progredir.

Entretanto, as sequelas causadas por essa inflamação podem ficar para sempre. As sequelas permanentes mais comuns são aquelas que ficam nas valvas do coração, e que podem prejudicar o seu funcionamento.

Sendo assim, pode-se dizer que a doença febre reumática é interrompida com o tratamento adequado, porém ela pode deixar complicações permanentes. Além disso, pessoas que já tiveram febre reumática uma vez na vida têm maior chance de ter uma segunda vez, e aí as sequelas podem ser ainda piores.

Por esse motivo, quase todas as pessoas que sofrem de febre reumática podem precisar tomar doses de penicilina benzatina (que é um antibiótico injetável) repetidamente durante vários anos.

Cisto hemorrágico é grave? Qual o tratamento?

Cisto hemorrágico não é grave e normalmente não precisa de um tratamento específico. Trata-se de um cisto de ovário fisiológico, ou seja, não está relacionado com doenças e surge naturalmente durante a ovulação.

Normalmente os cistos hemorrágicos desaparecem espontaneamente em até 3 meses. Quando necessário, o tratamento pode incluir:

  • Acompanhamento da evolução dos cistos por ultrassonografia;
  • Uso de anticoncepcionais hormonais, como a pílula;
  • Cirurgia.

O anticoncepcional hormonal serve para evitar o crescimento de novos cistos hemorrágicos, embora não acelere a resolução dos cistos que já existem.

Através do ultrassom o ginecologista pode observar a evolução dos mesmos, bem como detectar novos cistos.

Raramente os cistos hemorrágicos se rompem podendo extravasar sangue, que se mantinha no seu interior, para a cavidade abdominal, levando a dores abdominais de forte intensidade, na maioria das vezes a única indicação de tratamento mais agressiva, a intervenção cirúrgica. 

Nesses casos, dependendo da intensidade do sangramento, o tratamento é feito através de cirurgia por laparoscopia, intervenção menos invasiva, ou laparotomia exploradora, para retirar o cisto e conter a  hemorragia.

O médico ginecologista é o responsável pelo diagnóstico e tratamento do cisto hemorrágico no ovário.

Também podem lhe interessar:

Quais os riscos de ter um cisto hemorrágico?

O que é cisto hemorrágico e quais os sintomas?

Qual o tratamento para impetigo?

O tratamento para impetigo bolhoso e não bolhoso é feito com higiene local, aplicação de pomada com antibiótico e, quando necessário, antibióticos por via oral.

Se o impetigo for localizado, a higienização e o tratamento com pomadas ou cremes costumam ser suficientes. Casos de impetigo extenso precisam de antibióticos orais.

Quais as pomadas usadas para tratar impetigo?
  • Pomada ou creme de mupirocina: Possui uma eficácia igual ou até mesmo superior aos antibióticos orais. A aplicação é feita de 8 em 8 horas;
  • Pomada de retapamulina: Tem apresentado 99% de taxa de cura, inclusive para bactérias resistentes a outros antibióticos tópicos. Porém, só pode ser usada em crianças com mais de 9 meses. A aplicação é feita de 12 em 12 horas.

Pomadas com bacitracina e neomicina devem ser evitadas devido ao risco de ineficácia no tratamento e dermatite de contato.

Quais os antibióticos usados para tratar impetigo?

Em casos de impetigo extenso é necessário o uso de antibióticos por via oral. O impetigo é considerado extenso quando a área acometida não permite o uso de pomadas devido à sua extensão ou ao número de lesões.

Os antibióticos normalmente escolhidos nesses casos são:

  • Cefalexina (50mg/kg/dia) de 6 em 6 horas;
  • Cefadroxila (30mg/kg/dia) de 12 em 12 horas;
  • Amoxicilina (50mg/kg/dia) de 12 em 12 horas.

O tratamento com antibióticos orais por 7 dias é suficiente para acabar com o impetigo.

Se ao final do tratamento o paciente não apresentar uma resposta satisfatória, deve-se fazer uma coleta para identificar o tipo de bactéria e iniciar um novo ciclo com outro antibiótico.

Existe algum tratamento caseiro para impetigo?

A higiene do local pode ser considerada o "tratamento caseiro" do impetigo, mas não é suficiente para acabar com a infecção. O tratamento medicamentoso é fundamental.

A higienização consiste na remoção e limpeza das crostas, 2 a 3 vezes por dia, com água e sabão ou água D'Alibour ou água boricada a 2%. A seguir, aplica-se a pomada ou creme de antibiótico.

A limpeza das lesões é importante, mas deve ser sempre acompanhada pelo uso de antibiótico oral ou em pomada, pois apenas esses medicamentos são capazes de destruir a bactéria que causa a doença.

Como prevenir o impetigo?
  • Ter uma boa higiene pessoal;
  • Lavar as mãos com frequência;
  • Não usar roupas ou toalhas de outras pessoas;
  • Manter as unhas bem aparadas e curtas.

O impetigo é uma infecção que acomete a camada mais superficial da pele e atinge principalmente crianças. Pode ser causado por 2 tipos de bactérias: Staphylococcus aureus (mais comum em crianças de qualquer idade) e Streptococcus do grupo A, (mais frequente em crianças de 3 aos 5 anos).

O tratamento do impetigo deve ser realizado pelo médico pediatra ou dermatologista.

Leucemia tem cura? Como é o tratamento?

Sim, leucemia tem cura. Se a doença for diagnosticada na fase inicial, o paciente tem uma grande chance de ficar curado. Quanto mais cedo a leucemia for detectada, melhor é a resposta ao tratamento e maiores são as probabilidades de cura.

O tratamento da leucemia visa destruir as células cancerígenas para que a medula óssea possa voltar a produzir células sanguíneas normais. O tratamento inclui quimioterapia, controle das complicações decorrentes das infecções e das hemorragias, além da prevenção ou do combate à doença no sistema nervoso central.

A associação desses tratamentos constituiu um grande avanço na conquista da cura completa da leucemia. Entretanto, em alguns casos, é necessário realizar um transplante de medula óssea.

A primeira fase do tratamento da leucemia tem uma duração de 1 a 2 meses. O objetivo nessa etapa é obter uma remissão completa da doença através da quimioterapia. A remissão é conseguida quando os exames de sangue e da medula óssea não detectam mais sinais de leucemia no organismo.

Porém, mesmo com uma aparente normalidade, muitas células anormais ainda permanecem no corpo, pelo que é necessário continuar o tratamento para que a doença não volte. 

O tratamento nessa fase varia conforme o tipo de leucemia. Nas leucemias mieloides o tratamento é mantido por menos de 1 ano, enquanto que nas linfoides ele pode continuar por mais de 2 anos.

Nesse período, o tratamento divide-se em 3 fases: a primeira é a fase de consolidação, na qual é realizado um tratamento intenso com medicamentos que não foram usados anteriormente; a segunda é a fase de reindução, em que são empregados os mesmos medicamentos usados no início do tratamento para obter a remissão da leucemia; a terceira e última fase é a da manutenção, na qual o tratamento é mais brando e mantém-se durante vários meses.

A quimioterapia usada na leucemia é agressiva, não só para os glóbulos brancos doentes como também para as células normais. Daí ser normal os níveis de glóbulos brancos caírem com o tratamento, deixando o paciente suscetível a infecções. Nesses casos, pode haver necessidade de internação hospitalar.

O especialista responsável pelo diagnóstico e tratamento da leucemia é o médico hematologista.

Saiba mais em:

Câncer no sangue tem cura? Qual é o tratamento?

Quais são os sintomas da leucemia?

O que é leucemia?

Que exames servem para diagnosticar leucemia?

Anemia pode virar leucemia?

Quais são os sintomas da pneumonia bacteriana e qual é o tratamento?

Os sintomas da pneumonia bacteriana incluem febre alta, calafrios, tosse seca que evolui para tosse produtiva com catarro amarelado ou esverdeado, falta de ar, dor no peito, vômitos, perda de apetite, dor no corpo e fraqueza.

As manifestações da pneumonia podem variar de acordo com o agente causador e o estado de saúde da pessoa. A pneumonia bacteriana ou viral é muitas vezes confundida com uma gripe. Porém, no caso da pneumonia, os sintomas não melhoram e se agravam com o passar dos dias.

Em geral, idosos e indivíduos com doenças crônicas ou imunidade baixa manifestam poucos sintomas. O quadro costuma ser mais discreto, com pouca tosse e ausência de febre. Nesses casos, a pneumonia pode causar apenas desorientação, prostração e confusão mental.

Raio-x de tórax com pneumonia (porções esbranquiçadas na parte escura da imagem)Quais os sintomas da pneumonia bacteriana em bebês e crianças? 

Em crianças, os sinais e sintomas da pneumonia bacteriana geralmente se manifestam como uma gripe ou resfriado que vai piorando com o tempo. A criança pode apresentar prostração, febre alta, tosse com catarro, perda de apetite e respiração ofegante.

Há casos em que a criança queixa-se de dor na barriga, mas na realidade a dor vem da porção inferior do pulmão, onde pode estar localizada a infecção.

Bebês com menos de 1 ano de idade podem manifestar poucos sintomas.

O que é pneumonia bacteriana e como tratar?

A pneumonia bacteriana é uma infecção dos pulmões causada por bactérias. Seu principal agente causador é a bactéria Streptococcus pneumoniae. Trata-se de uma infecção pulmonar que afeta sobretudo pessoas que já têm alguma doença de base que enfraqueceu as defesas do organismo.

O tratamento é feito com medicamentos antibióticos, que devem ser tomados durante uma ou duas semanas. Os sintomas normalmente melhoram após 3 ou 4 dias do início do tratamento.

Pessoas idosas ou que manifestam complicações causadas pela doença, como dificuldade para respirar ou problemas renais, podem necessitar de internamento durante o tratamento.

É muito importante continuar tomando os medicamentos até ao fim do período estipulado para evitar recaídas e resistência da bactéria ao antibiótico.

Como se transmite a pneumonia bacteriana?

A pneumonia bacteriana é transmitida através do ar infectado com a bactéria, da aspiração de líquido estomacal ou de infecção pela via sanguínea.

Contudo, de modo geral, a pneumonia bacteriana não é muito contagiosa e o paciente não precisa ficar isolado.

Leia também: Pneumonia é contagiosa?

O/a médico/a de família, clínico/a geral ou pediatra podem são capazes de realizar o diagnóstico e tratamento da pneumonia bacteriana. Em caso de complicações, pode ser preciso uma avaliação do/a médico/a pneumologista.

Também podem lhe interessar:

Dengue pode virar hepatite, meningite ou pneumonia?

Broncopneumonia o que é?

Por que tenho uma gripe que nunca sara?

Qual o tratamento para quem tem vermes?

O tratamento para quem tem vermes como oxiúros ou lombriga, por exemplo, é feito com medicamentos vermífugos específicos para o tipo de verme, como Albendazol, Tiabendazol, Mebendazol, entre outros.

Esses medicamentos matam os vermes que, na maioria dos casos, são eliminados do corpo juntamente com as fezes. 

Alguns tipos de verminoses com os respectivos medicamentos usados no tratamento:

  • ​Amebíase: Metronidazol, Secnidazol, Tinidazol;
  • Ancilostomose: Albendazol, Mebendazol, Pamoato de Pirantel;
  • Ascaridíase (lombriga): Albendazol, Mebendazol, Levamisol, Pamoato de Pirantel, Citrato de Piperazina, nos casos de obstrução intestinal;
  • Esquistossomose (barrida d'agua): Praziquantel e Oxamniquina;
  • Giardíase: Metronidazol, Secnidazol e Tinidazol;
  • Oxiurose: Pamoato de Pirantel, Mebendazol, Albendazol;
  • Teníase: Praziquantel, Niclosamida, Mebendazol, Albendazol.

Existe uma grande variedade de remédios para vermes, que devem ser administrados de acordo com o quandro clínico e o resultado do exame de fezes, avaliados pelo médico.

Leia também: O que fazer no caso de verme nas fezes?

Em caso de suspeita de verme, deve-se procurar o/a médico/a clínico/a geral ou médico/a de família.

Veja aqui quais são as doenças causadas por vermes.

Quanto tempo devo repousar depois da cauterização no útero?

O período exato de repouso após a cauterização do útero pode variar de mulher para mulher dependendo de como foi o procedimento.

No dia da cauterização, a mulher deve realizar repouso das atividades laborais e evitar movimentos constantes.

No dia seguinte à cauterização, a mulher pode voltar às atividades de rotina caso se sinta bem e caso não apresente sangramento em moderada ou grande quantidade.

A paciente pode continuar suas atividades cotidianas normalmente, devendo evitar relações sexuais, duchas vaginais e uso de tampões por algumas semanas após a cauterização. Esse tempo é necessário para haver a cicatrização do tecido.

A depender de como foi o procedimento e da extensão das lesões, esse repouso pode ser mais prolongado. Porém, isso será informado pelo/a ginecologista. Quando for necessário, o/a profissional pode passar atestado médico para que o repouso seja garantido.

Após o procedimento, pergunte ao/à ginecologista sobre o repouso necessário a ser realizado no seu caso.