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Qual é o tratamento para hepatite B?

O tratamento para hepatite B depende do estágio da doença. Para a hepatite aguda, o tratamento tem como objetivo apenas aliviar os sintomas. Na fase crônica, a hepatite B é tratada com medicamentos específicos para combater a multiplicação do vírus, diminuir os danos ao fígado e prevenir a evolução da cirrose e do câncer hepático.

O tratamento da hepatite B aguda também inclui cuidados, como evitar o consumo de bebidas alcoólicas e medicação sem prescrição médica, bem como fazer repouso relativo (diminuir atividade física).

Os sintomas nessa fase estão presentes na minoria dos casos e podem incluir febre, fadiga, dores abdominais, náuseas, vômitos, escurecimento da urina, dores articulares e icterícia (pele e olhos amarelados).

Embora a maioria das pessoas com Hepatite B recupere-se da doença sem complicações, há casos raros em que o quadro evolui para hepatite fulminante, que pode levar à morte.

O tratamento para esses pacientes deve ser intensivo e especializado, com controle dos sais e líquidos corporais, batimentos cardíacos, respiração, hemorragias e, quando necessário, transplante de fígado.

O tratamento da hepatite B na fase crônica é definido após a biópsia do fígado. Os medicamentos usados servirão para conter a replicação viral e a inflamação hepática, prevenindo a cirrose e o câncer de fígado.

Para prevenir a hepatite B, basta tomar a vacina, usar preservativo em todas as relações sexuais e não compartilhar agulhas, seringas, materiais de manicure e pedicure ou qualquer objeto perfurante ou cortante. A vacina contra hepatite B é disponibilizada gratuitamente nas Unidades de Saúde do SUS (Sistema Único de Saúde).

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Lúpus é contagioso? Como se pega lúpus?

Não, lúpus não é contagioso, o que significa que não se "pega" nem se transmite. Pessoas com lúpus eritematoso sistêmico desenvolvem a doença porque o seu sistema imunológico produz anticorpos que atacam o seu próprio corpo. A causa do lúpus é desconhecida, embora já se saiba que a genética, bem como fatores hormonais e ambientais podem favorecer o aparecimento da doença.

Por isso o lúpus não é contagioso, já que não é causado por vírus, bactérias ou qualquer micro-organismo que possa ser transmitido de pessoa para pessoa.

A produção anormal de anticorpos ocorre devido a uma predisposição genética associada a outros fatores, como exposição ao sol e infecções.

Como resultado, esses anticorpos atacam o tecido conjuntivo do próprio indivíduo, que faz com que o lúpus se manifeste em qualquer parte do corpo que tenha cartilagem, como pele, nariz, orelhas, articulações, pulmões, entre outras tantas outras.

Os principais sintomas do lúpus eritematoso sistêmico incluem febre, mal estar, inflamações e dores articulares, manchas vermelhas na pele, distúrbios respiratórios, feridas na boca e presença de nódulos ou caroços pelo corpo.

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O tratamento do lúpus é feito com medicamentos corticoides e imunomoduladores. O diagnóstico e o acompanhamento da doença é da responsabilidade do médico reumatologista.

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Manchas vermelhas na pele que coçam, o que pode ser?

As principais doenças responsáveis pelo aparecimento de manchas vermelhas na pele que coçam são a urticária, o eczema e o lúpus.

A urticária é uma reação alérgica que pode ter muitas causas, como uso de medicamentos, picadas de insetos, produtos químicos, alimentos, estresse, infecções, entre outras. Apesar da coceira, as manchas vermelhas normalmente desaparecem espontaneamente em poucos dias, embora a pessoa continue alérgica pelo resto da vida.

As manchas do eczema ou dermatite, como também é conhecido, causam coceira intensa na pele. Trata-se de um processo inflamatório semelhante a uma alergia, já que a reação é desencadeada por algum agente irritante. A exposição à água, ao sol, ou a temperaturas frias ou quentes pode agravar as manchas e a coceira.

lúpus ataca o tecido conjuntivo, o que faz com que as manchas vermelhas apareçam sobretudo nas partes do corpo onde há mais cartilagem, como como o rosto, o nariz e as orelhas. As manchas não causam dor, coçam e mudam com o tempo. O lúpus é uma doença autoimune que pode afetar inclusive órgãos internos devido à presença de tecido cartilaginoso nos mesmos.

A presença de manchas vermelhas na pele que coçam ou não coçam, ou manchas de qualquer outra cor, deve ser avaliada por um médico dermatologista, principalmente se as manchas não desaparecerem em poucos dias. 

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Tenho manchas vermelhas na pele que não coçam, o que pode ser?

Manchas vermelhas na pele que não coçam podem ser sinal de câncer de pele, psoríase, púrpura trombocitopênica idiopática ou ter ainda outras causas.

As manchas vermelhas causadas pelo câncer de pele normalmente aparecem nas áreas mais expostas ao sol. As lesões costumam sangrar, não cicatrizam, crescem com o tempo e geralmente não coçam. Contudo, existe uma forma muito agressiva de câncer de pele, o melanoma, cujas manchas podem ser dolorosas e provocar coceira.

A psoríase é uma doença de origem genética, não contagiosa, que causa inflamação da pele. Manifesta-se principalmente nos joelhos, cotovelos e couro cabeludo, sob a forma de manchas vermelhas na pele que não causam coceira e descamam.

Já a púrpura trombocitopênica idiopática é uma doença autoimune que afeta as plaquetas, células responsáveis pela coagulação sanguínea. Como resultado da destruição dessas células pelo próprio sistema imunológico da pessoa, surgem manchas vermelhas ou roxas no corpo, além de sangramentos no aparelho digestivo e urinário, gengiva e nariz.

Procure um médico dermatologista na presença desses sintomas ou se as manchas vermelhas não desaparecem da pele dentro de alguns dias.

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Quais são os sintomas do câncer de língua?

O câncer de língua pode se manifestar sob a forma de aftas ou feridas dolorosas que não cicatrizam, aumentam de tamanho e não melhoram com os tratamentos. As lesões costumam sangrar e têm as bordas rígidas. Os sinais e sintomas também podem incluir a presença de manchas vermelhas ou esbranquiçadas que normalmente não causam dor.

Pessoas com câncer de língua também podem sentir dormência no local e apresentar inchaço ou caroços na língua. 

A presença de caroços ou nódulos no pescoço também é comum. Nesse caso, trata-se do aumento de tamanho dos gânglios linfáticos, também chamados de linfonodos. Esses pequenos órgãos de defesa participam do sistema imune do corpo e podem aumentar de tamanho em caso de inflamações, infecções e câncer.

Veja também: Linfonodos aumentados pode ser câncer?

Os principais fatores de risco para o desenvolvimento de câncer na língua ou em qualquer parte da boca (lábios, gengivas, garganta) são o consumo frequente e excessivo de cigarro e bebidas alcoólicas. 

Pessoas infectadas pelo vírus HPV ou que machucam constantemente a língua, geralmente com próteses dentárias mal ajustadas, também têm mais chances de desenvolver câncer de língua. A má higiene bucal também contribui para o aparecimento do tumor.

O câncer de língua tem cura, mas é importante detectá-lo precocemente e começar o tratamento nas fases iniciais do tumor.

A presença desses sintomas na língua ou em qualquer porção da cavidade oral deve ser avaliada por um dentista especialista em estomatologia.

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Quais são os sintomas de mioma?

Os sinais e sintomas do mioma podem incluir dores pélvicas (baixo ventre), período menstrual mais prolongado e aumento do sangramento durante a menstruação. Contudo, cerca de metade das mulheres que têm miomas normalmente não apresentam sintomas. 

As manifestações do mioma dependem da quantidade de miomas presentes no útero, bem como do tamanho e da localização dos mesmos na cavidade uterina.

As alterações menstruais, com períodos mais intensos e prolongados, podem causar cólicasdores durante as relações sexuais e até provocar anemia devido à perda de sangue.

Também é comum a ocorrência de sangramentos de escapes, que são perdas de sangue fora do período menstrual.

Os sintomas do mioma também podem incluir aumento da frequência urinária (vontade constante de urinar) e infecções urinárias como cistite (infecção na bexiga), uretrite (infecção na uretra) e nefrite (infecção nos rins).

O diagnóstico do mioma pode ser feito através do exame ginecológico de rotina e confirmado através do ultrassom.

O tratamento do mioma pode incluir o uso de medicamentos específicos para controlar o seu crescimento, anticoncepcionais orais ou cirurgia. Nos casos mais graves, pode ser necessário retirar o útero (histerectomia).

Em caso de sintomas de mioma, consulte um médico ginecologista. 

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Quais são os sintomas do pré-diabetes?

O sintoma que caracteriza o pré-diabetes é o aumento do nível de glicose no sangue em jejum. Valores de glicemia entre 100 mg/dl e 125 mg/dl indicam que a pessoa tem um risco elevado de desenvolver diabetes tipo 2, sobretudo se ela for sedentária, tiver excesso de peso e história de diabetes na família.

O exame de glicemia em jejum é o mais usado para detectar o pré-diabetes. Através dele, é possível medir o nível de glicose sanguínea após um jejum de pelo menos 8 horas.

Outro sintoma do pré-diabetes é o aumento da hemoglobina glicada (HbA1c). A hemoglobina é uma proteína que está presente nos glóbulos vermelhos do sangue, também conhecidos como hemácias ou eritrócitos.

A hemoglobina glicada é o resultado da reação entre a glicose do sangue e a hemoglobina. Assim, se a glicemia estiver alta, a hemoglobina glicada também estará. O pré-diabetes é diagnosticado se a HbA1c estiver entre  entre 5,7 e 6,4 %.

Se o diabetes já estiver instalado, outros sinais e sintomas podem surgir, como aumento da frequência urinária, sede constante e visão borrada.

Contudo, é importante frisar que grande parte dos pacientes com diabetes tipo 2 não apresentam qualquer sintoma. O pré-diabetes também não costuma causar manifestações, sendo detectado apenas através dos exames.

Veja também: Quais são os sintomas do diabetes tipo 2?

O pré-diabetes é uma condição que indica uma propensão para se desenvolver diabetes tipo 2. Porém, nem todas as pessoas com essa tendência terão diabetes, podendo permanecer com pré-diabetes durante toda a vida sem nunca desenvolver a doença.

O diagnóstico e o controle do pré-diabetes são da responsabilidade do médico endocrinologista. 

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Quais são os sintomas de câncer de boca?

Os principais sinais e sintomas do câncer de boca são o aparecimento de feridas, caroços ou inchaços nos lábios, céu da boca, gengiva, língua, glândulas salivares ou amígdalas (garganta).

As feridas decorrentes do câncer bucal não cicatrizam. Outros sintomas que podem estar presentes nesses tipos de tumores malignos são: sensação de dormência em qualquer parte da boca, sangramentos sem uma causa aparente, dores na garganta que não passam e manchas na cavidade bucal ou nos lábios de coloração avermelhada ou esbranquiçada.

Dependendo do tamanho e da localização do tumor, o câncer de boca pode prejudicar o hálito e causar dificuldades para engolir ou falar. Em fases mais avançadas, o câncer bucal pode provocar ainda perda de peso.

Os caroços ou nódulos também podem aparecer no pescoço. Nesse caso, não se trata do tumor em si, mas de gânglios linfáticos, também conhecidos como linfonodos, que estão com o tamanho aumentado. Trata-se de uma resposta do sistema imunológico ao tumor, já que esses gânglios participam do sistema de defesa do corpo.

Veja também: Linfonodos aumentados pode ser câncer?

Pessoas que fumam, tomam bebidas alcoólicas frequentemente ou se expõem excessivamente ao sol são as mais propensas a desenvolverem câncer na boca.

Contudo, há ainda outros fatores de risco que favorecem o aparecimento desse tipo de câncer, como má higiene bucal, dentes quebrados não restaurados ou próteses que podem causar lesões ou irritação na gengiva ou nos lábios, falta de vitaminas, infecção por HPV, ingestão frequente de bebidas quentes, entre outros.

Se for detectado e tratado corretamente nas fases iniciais, o câncer de boca tem boas chances de cura. Por isso é importante verificar frequentemente os lábios e o interior da boca à procura de feridas que não cicatrizam, caroços ou manchas esbranquiçadas ou avermelhadas.

Veja como fazer o autoexame em: Caroço no céu da boca: o que pode ser?

Vale lembrar que nem toda ferida, mancha ou caroço na boca é um sinal de câncer bucal, mas é importante que essas manifestações sejam avaliadas por um dentista estomatologista.

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Como se pega molusco contagioso?

A transmissão do molusco contagioso ocorre principalmente pelo contato direto, seja com as lesões ou com roupas, brinquedos e outros objetos usados por alguém infectado. O contágio também pode ocorrer através de relações sexuais desprotegidas.

As pessoas mais propensas a "pegar" molusco contagioso são as crianças e os indivíduos com a imunidade baixa, como os que têm HIV ou AIDS. Nas crianças, a infecção ocorre sobretudo naquelas que têm pele seca ou dermatite atópica, principalmente se frequentarem piscinas.

O molusco contagioso é uma infecção de pele causada pelo vírus do gênero Poxvirus. Os sinais e sintomas se manifestam sob a forma de elevações lisas, rosáceas e brilhantes na pele, semelhantes a verrugas. As lesões também podem apresentar uma pequena depressão no centro.

As lesões se manifestam com mais frequência nas axilas, laterais do tronco, regiões anal e genital e rosto. 

Para evitar a transmissão do molusco contagioso, recomenda-se evitar o contato com pessoas que apresentam esses sintomas e compartilhar roupas, toalhas e objetos pessoais. O uso de preservativo é fundamental para evitar o contágio pela via sexual. 

Os cuidados para prevenir o contágio do molusco contagioso devem ser maiores nos casos das crianças e dos pacientes imunodeprimidos.

Procure um médico dermatologista se apresentar os sinais e sintomas do molusco contagioso para receber um diagnóstico e tratar a infecção.

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Quais são os principais sintomas do molusco contagioso?

Molusco contagioso: qual é o tratamento?

O tratamento do molusco contagioso é feito através da retirada ou destruição cirúrgica das lesões. As técnicas mais usadas são a cauterização, criocirurgia (destruição pelo frio), eletrocirurgia e a curetagem (raspagem). Em muitos casos, as lesões são retiradas manualmente.

Crianças com molusco contagioso podem ser tratadas com pomadas, por ser um tratamento menos agressivo e que pode ser feito em casa. Contudo, a pomada pode causar reações adversas, como vermelhidão em torno das lesões, coceira e descamação da pele.

Pessoas com o sistema imunológico saudável geralmente não necessitam de tratamento. Nesses casos, o molusco contagioso geralmente desaparece espontaneamente depois de um período de tempo que pode durar meses ou anos. Mesmo assim, recomenda-se tratar a infecção em todos as situações.

Os remédios usados para tratar verrugas podem ser usados para remover as lesões maiores. No entanto, as lesões muito pequenas podem ser tratadas com o uso de pomadas ou cremes (imiquimode).

Em casa, é importante ter alguns cuidados, como evitar coçar, espremer ou tocar nas lesões, bem como cobri-las com roupas ou gaze. O curativo deve ser trocado diariamente.

O diagnóstico e tratamento do molusco contagioso é da responsabilidade do médico dermatologista.

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Como se pega molusco contagioso?

Quais são os principais sintomas do molusco contagioso?

Quais são os principais sintomas do molusco contagioso?

O principal sintoma do molusco contagioso é o aparecimento de elevações lisas, translúcidas, rosáceas e brilhantes na pele, semelhantes a verrugas. As lesões não causam dor e podem apresentar uma pequena depressão no centro.

O molusco contagioso se manifesta principalmente nas laterais do tronco, axilas, rosto e regiões anal e genital, por se tratarem de regiões mais sensíveis da pele e mais suscetíveis a traumas. Contudo, os sinais e sintomas podem surgir em qualquer parte do corpo.

Nos adultos, os sintomas do molusco contagioso costumam aparecer nas regiões genital, anal, abdominal e porção interna das coxas. Nesses casos, a infecção pelo vírus provavelmente ocorreu pela via sexual.

As lesões são pequenas, com cerca de cinco milímetros, e podem aparecer em grupos ou isoladamente, com tamanhos variados e formando linhas.

Um sintoma de molusco contagioso que também pode estar presente é a coceira e a irritação, o que faz a pessoa coçar as lesões e espalhar a infecção para outras regiões da pele.

Os sinais e sintomas do molusco contagioso devem ser avaliados por um médico dermatologista, que irá diferenciá-lo de outras infecções de pele e orientar quanto ao tratamento mais adequado em cada caso.

Saiba mais sobre o assunto em:

Como se pega molusco contagioso?

Molusco contagioso: qual é o tratamento?

Existe vacina para a hepatite B?

Sim, existe vacina para hepatite b, que está inclusive disponível gratuitamente nas Unidades de Saúde do SUS (Sistema Único de Saúde). É importante lembrar que a vacina só é eficaz para prevenir a hepatite b se a pessoa receber as 3 doses.

A primeira dose da vacina para hepatite b deve ser dada ainda na maternidade, nas primeiras 12 horas após o nascimento, e a segunda dose no primeiro mês de vida. Depois, o bebê recebe a terceira dose aos 6 meses de idade. O intervalo entre a primeira e a segunda dose é de 30 dias e, da primeira para a terceira, de 180 dias.

Entre os 11 e os 19 anos de idade ocorre uma segunda vacinação. Nesse caso, a pessoa toma a segunda dose 30 dias depois da primeira, como os bebês, mas a terceira dose é administrada mais cedo, 6 meses após a primeira. 

A vacina contra a hepatite b é administrada sob a forma de injeções, normalmente aplicadas na parte lateral da coxa ou no braço.

A vacinação é muito importante para prevenir a hepatite b, uma doença causada por um vírus e que pode provocar uma inflamação crônica do fígado.

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