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Estou com diarreia amarela, o que pode ser?

Diarreia amarela pode ser um sinal de intoxicação alimentar ou gastroenterite acompanhada por uma má absorção da gordura digerida na alimentação.

A diarreia é uma forma do corpo eliminar micro-organismos causadores de doenças, como bactérias, vírus e parasitas, daí ser um sintoma presente em intoxicações alimentares e infecções gastrointestinais (gastroenterites).

Já a coloração amarela da diarreia é um sinal de gordura nas fezes. Doenças que atrapalham a absorção das gorduras ou problemas no fígado que provocam uma diminuição da excreção de bile, como hepatite A, podem deixar as fezes amareladas.

Dentre as doenças que podem causar deficiência na absorção das gorduras estão a pancreatite (inflamação do pâncreas), a doença celíaca (intolerância ao glúten de origem genética) e a giardíase (parasitose intestinal causada pelo protozoário Giardia lamblia)

Nesses casos, além de terem uma cor amarelada, as fezes costumam boiar e podem até apresentar gotas de gordura ao redor.

A pessoa que está com diarreia deve aumentar a hidratação, evitar comidas gordurosas e comer em pequenas quantidades.

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Caso a diarreia se prolongue por mais de 2 dias, com ocorrência de febre ou presença de sangue nas fezes, procure um serviço de saúde.

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Tenho um caroço na virilha. O que pode ser?

Em geral, um caroço na virilha é um linfonodo (gânglio linfático) que está aumentado devido a uma inflamação ou infecção próxima ao local. O gânglio também pode aumentar em casos de infecção nos membros inferiores, DST, doenças reumatológicas, alergias ou ainda câncer.

Os linfonodos são pequenos órgãos de defesa localizados no trajeto dos vasos linfáticos, podendo reter, destruir ou retardar a proliferação de micro-organismos e células cancerígenas pelo organismo. O aumento do linfonodo significa que o corpo está reagindo a alguma infecção ou a agentes agressores.

Se o nódulo na virilha for decorrente de câncer, ele aumenta de tamanho, fica endurecido, mas geralmente não causa dor. Em geral, o crescimento é lento, a pele não fica avermelhada, não há aumento da temperatura local e a sua superfície é irregular.

Quando o caroço é resultado de uma inflamação, o seu crescimento é rápido, há dor no local, a pele que recobre o nódulo fica avermelhada e a sua superfície é regular e lisa.

Veja também: O que é linfonodomegalia e quais são as causas?

Contudo, o nódulo na virilha também pode ser um sinal de hérnia inguinal. Neste caso, o "caroço" é o resultado do deslocamento de uma parte do intestino através de um orifício na parede abdominal.

Saiba mais em: O que é hérnia inguinal e quais os sintomas?

Se o caroço na virilha persistir por mais de duas semanas, procure um médico clínico geral ou médico de família. Dependendo do caso, pode ser necessário fazer uma biópsia para identificar a origem do nódulo.

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Como posso saber se tenho artrose? Quais são os sintomas?

Os sintomas da artrose se manifestam na articulação afetada e podem incluir dor, rigidez, inchaço, perda da mobilidade e mudanças no formato da articulação. Ocorrem principalmente nos dedos das mãos e nos joelhos, mas também são comuns no quadril e na coluna vertebral. A dor da artrose normalmente piora com o frio.

Artrose é uma doença crônica em que há perda da cartilagem articular e degeneração dos ossos que fazem parte da articulação. A cartilagem é uma estrutura responsável pela redução do impacto e do atrito entre os ossos.

Quando a cartilagem é danificada, os ossos podem entrar em contato diretamente um com o outro e provocar alguns sintomas, como a dor.

Trata-se de uma condição crônica que tende a agravar com o passar do tempo. O diagnóstico adequado permite a indicação de algumas medidas que podem reduzir a progressão da artrose e melhorar os sintomas.

O tratamento da artrose inclui medidas não farmacológicas (repouso, perda de peso, fisioterapia, uso de talas ortopédicas, uso de sapatos amortecidos e ortopédicos), medicamentos (analgésicos, anti-inflamatórios), injeção local e, em alguns casos, cirurgia.

As formas de tratamento dependem do acometimento em cada pessoa, da intensidade da dor e da rigidez da articulação atingida.

O médico reumatologista é o especialista responsável pelo diagnóstico e tratamento da artrose.

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O que significa lactobacillus sp no preventivo?

Lactobacillus sp no resultado do preventivo é considerado um achado normal e não é sinal de infecção. Os lactobacillus sp são bactérias que fazem parte da flora vaginal e, juntamente com outras bactérias, constituem um mecanismo de defesa natural contra micro-organismos causadores de doenças.

Os lactobacillus sp contrabalanceiam a proliferação de fungos, bactérias e outros micro-organismos no interior da vagina. Quando, por alguma razão, o desequilíbrio da microbiota vaginal é alterado, os micro-organismos patogênicos se proliferam, causando infecções.

Dentre os agentes infecciosos estão a Gardnerella vaginalis e a Candida sp. A Gardnerella vaginalis é uma bactéria que está presente naturalmente em poucas quantidades na flora vaginal da maioria as mulheres. Já a Candida é um fungo.

Quando há algum desequilíbrio dessa flora, a Gardnerella pode se proliferar e causar vaginose. O mesmo ocorre com a Candida, que provoca candidíase. 

Portanto, os lactobacillus sp são achados normais no papanicolau e a presença dos mesmos não caracteriza uma infecção. Contudo, a presença de sinais e sintomas, como corrimento, coceira ou odor desagradável, deve ser investigada por um médico ginecologista.

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Anti-HBS no exame significa hepatite B?

O exame anti-HBs serve para identificar anticorpos contra a hepatite B. Portanto, quando o anti-HBs dá positivo, significa que a pessoa já está imune ao vírus da hepatite B. Isso geralmente acontece após a vacinação ou cura da doença.

O anti-HBs é o anticorpo que o sistema imunológico produz contra o vírus da hepatite B, mais especificamente contra uma proteína localizada na superfície do vírus, conhecida como HBsAg.

Esse anticorpo não está presente em pessoas que ainda estão doentes. Por isso, o objetivo do exame não é saber se o paciente está com hepatite B, mas verificar se a doença já foi tratada e curada.

Para detectar a hepatite B é feito o exame de HBsAg. Em indivíduos doentes, o HBsAg dá positivo. Se o anti-HBs der positivo e o HBsAg negativo, significa que a pessoa já possui anticorpos contra a hepatite B e o vírus não está circulando mais na corrente sanguínea, ou seja, está curada.

Portanto, o exame anti-HBs positivo indica que o paciente já está imune ao vírus da hepatite B, seja por ter ficado doente ou ter tomado a vacina.

Vale lembrar que a vacina contra a hepatite B está disponível gratuitamente nas Unidades de Saúde do SUS (Sistema Único de Saúde).

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Sinto vertigem frequentemente, o que pode ser?

Vertigem constante pode ser um sintoma de doenças que afetam o labirinto, como neurite vestibular, doença de Ménière e vertigem posicional paroxística benigna.

Popularmente, essas doenças são chamadas de "labirintite" e podem causar tonturas, vertigens, náuseas, vômitos, perda de equilíbrio, zumbidos no ouvido e perda de audição.

Contudo, é importante diferenciar tonturade vertigem. Enquanto que a tontura caracteriza-se pela sensação de perda de equilíbrio e queda, como se a pessoa deixasse de sentir o chão, as vertigens dão a sensação de que tudo ao redor está girando ou inclinando.

Em geral, as vertigens são causadas por problemas no labirinto, uma estrutura óssea muito pequena que se localiza dentro do ouvido.

Esse órgão possui um líquido em seu interior e, a partir do movimento desse líquido, ele consegue transmitir ao cérebro informações sobre a posição do corpo, a direção e a velocidade dos movimentos.

É graças ao labirinto que conseguimos saber quando estamos deitados ou de ponta-cabeça, e para que lado nosso corpo está girando. Na presença de qualquer problema que afete esse mecanismo, podemos ter a sensação de estarmos caindo, ou de que a cabeça está girando, que é a vertigem.

Veja também: O que é Labirintite e quais seus sintomas?

Portanto, ter vertigens frequentes pode ser um sintoma de "labirintite" ou de outras doenças e situações que estejam afetando o labirinto, como infeções virais ou bacterianas, tumores, pressão alta ou baixainflamação em nervos ou ainda presença de substâncias tóxicas no organismo.

No entanto, a vertigem pode ter ainda várias outras causas, como doenças e condições que afetam o cérebro, tais como enxaqueca, "derrame", isquemia e esclerose múltipla.

Uma vez que as vertigens podem ser um sintoma de uma série de doenças (algumas delas graves), você deve procurar um médico clínico geral ou médico de família para fazer uma avaliação. Se preferir ir direto a um especialista, os mais indicados para avaliar casos de vertigem são o otorrinolaringologista ou o neurologista.

Saiba mais em: Sinto uma tontura constante. O que pode ser?

Sinto falta de ar constante. Pode ser problemas de pulmão?

Sim, falta de ar constante pode ser sintoma de doenças que afetam os pulmões ou as vias respiratórias, como gripe, resfriado, bronquite, rinite, sinusite, enfisema pulmonar, asma, entre outras. Nesses casos, a falta de ar pode vir acompanha de tosse.

A falta de ar caracteriza-se por dificuldade ou desconforto respiratório que cria a sensação de que a pessoa não consegue inalar a quantidade suficiente de ar que precisa para respirar.

Contudo, a falta de ar nem sempre é sintoma de problemas pulmonares ou respiratórios. Existem várias outras causas, tais como ansiedade, doenças cardíacas (insuficiência cardíaca, hipertensão arterial), falta de condicionamento físico e até mesmo fraqueza muscular.

É importante ter atenção a alguns sinais que podem acompanhar a falta de ar, pois podem indicar problemas mais graves. Os sinais de alerta incluem: dificuldade para falar, respiração ofegante, esforço no pescoço para conseguir inspirar, interrupção do sono durante a noite, cansaço ao realizar tarefas do dia-a-dia, lábios roxos, tosse, chiado ou dor no peito.

Na presença desses sinais, a pessoa deve procurar um médico clínico geral ou médico de família para avaliação.

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Eosinófilos baixo no exame o que significa?

A eosinopenia, condição que caracteriza-se pelo nível de eosinófilos baixo no sangue, tem como principais causas o uso de medicamentos corticoides, estresse e processos inflamatórios ou infecciosos agudos.

Pessoas que estão fazendo tratamento com corticoides normalmente apresentam números baixos de eosinófilos.

O estresse agudo causado por medo, excitação ou convulsões, provoca um aumento da produção de adrenalina. No início, há um ligeiro aumento dos eosinófilos (eosinofilia), mas depois de algumas horas observa-se uma eosinopenia moderada.

Já o estresse crônico aumenta a produção de cortisol, um hormônio produzido pelas glândulas supra-renais, conhecido como "hormônio do estresse" justamente devido a esse aumento da sua liberação durante períodos estressantes.

O cortisol baixa os níveis de eosinófilos através de diferentes mecanismos, favorecendo a destruição dos mesmos por outras células de defesa do corpo, estimulando a migração de eosinófilos e diminuindo a produção dessas células na medula óssea.

Síndrome de Cushing, uma condição caracterizada pelo aumento excessivo de cortisol, também está entre as causas de eosinopenia.

Veja também: O que é síndrome de Cushing e quais os sintomas?

Em geral, os níveis de eosinófilos voltam ao normal depois de retirada ou tratada a causa da eosinopenia.

É importante ressaltar que a avaliação do hemograma deve ser feita pelo médico que solicitou o exame, que irá levar em consideração os valores das outras células do sangue em conjunto com a história clínica e os sintomas do paciente.

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Eosinófilos alto no exame, o que significa?

O nível de eosinófilos alto no exame de sangue geralmente é um sinal de alergia, asma ou verminose. Entretanto, a eosinofilia (contagem alta de eosinófilos) também pode ocorrer em casos de doenças autoimunes, dermatite, leucemia, doença de Crohn, colite ulcerativa, lúpus, entre outras patologias.

Os eosinófilos são um tipo de glóbulo branco, que são as células de defesa do sistema imunológico. Os glóbulos brancos protegem o organismo contra micro-organismos e agentes externos que podem causar infecções e alergias. São divididos em 5 categorias (eosinófilos, basófilos, neutrófilos, linfócitos e monócitos) e cada um desempenha um papel diferente no sistema imune.

Além de combater micro-organismos infecciosos e parasitas, como bactérias, vírus, fungos, platelmintos e vermes, os eosinófilos também têm a função de produzir respostas inflamatórias no organismo.

Contudo, é importante ressaltar que encontrar uma pequena discordância nos valores de referência de eosinófilos isoladamente não significa propriamente que haja uma doença em curso.

Por isso a avaliação do hemograma deve ser feita pelo médico que solicitou o exame, que irá levar em consideração os valores das outras células do sangue em conjunto com a história clínica e os sintomas do paciente.

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Como é feito o exame de próstata?

O exame de próstata é feito através do toque retal, exame de PSA e ultrassom. A combinação do toque retal com o exame de PSA é a forma mais eficaz de detectar o câncer de próstata.

O exame de toque é feito em consultório pelo médico urologista. Demora poucos segundos e serve para detectar alterações na próstata, como endurecimento e forma irregular, que podem indicar a presença de algum tumor.

O PSA (sigla em inglês para Antígeno Prostático Específico) é uma proteína produzida exclusivamente pela próstata. O seu nível fica consideravelmente alto em casos de câncer, com valores superiores a 2,5 ng/ml.

Contudo, os níveis de PSA também podem estar elevados em indivíduos com prostatite (inflamação da próstata), infecção ou crescimento benigno da próstata. Portanto, PSA alto não significa necessariamente presença de câncer na próstata.

Saiba mais em: PSA alterado: quais os sintomas e o que pode ser?

Se houver alteração no exame clínico e o PSA estiver aumentado, é realizada uma ultrassonografia. O exame de ultrassom é feito através do ânus e permite visualizar lesões cancerosas na próstata. 

O diagnóstico do câncer de próstata é confirmado através de biópsia, que consiste na retirada de uma pequena amostra de tecido do órgão que é avaliada ao microscópio.

Veja também: Biópsia da próstata: como é feito o procedimento?

Os exames de próstata devem ser realizados a partir dos 45 anos ou a partir dos 40 anos para homens com histórico familiar de câncer de próstata.

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Bactérias na urina são sinal de infecção urinária?

Sim, a presença de bactérias na urina é o principal sinal de uma infecção urinária, principalmente se o resultado do exame indicar também presença de leucócitos e nitrito. 

Pessoas saudáveis e sem sintomas de doenças normalmente não apresentam bactérias na urina. Se estiverem presentes é em pequenas quantidades, já que existe uma flora abundante na região. Nesses casos, pode ser que a amostra de urina foi contaminada e o exame precisa ser repetido.

Contudo, há casos em que a pessoa pode ter bactérias na urina e não apresentar sintomas de infecção urinária. É a chamada bacteriúria assintomática, mais comum em pessoas idosas, com diabetes ou que utilizam sonda vesical.

A infecção urinária geralmente é causada pela bactéria E. coli, proveniente do intestino. Quando há infecção, é comum encontrar também leucócitos e nitrito na urina.

Os leucócitos são glóbulos brancos, ou seja, são as células de defesa do organismo. A presença deles na urina normalmente indica alguma inflamação nas vias urinárias, geralmente infecção urinária.

A associação entre nitrito e infecção urinária deve-se ao fato das bactérias converterem o nitrato (metabólico abundante na urina) em nitrito.

Veja também: Nitrito na urina: O que isso significa?Leucócitos altos na urina, o que pode ser?

Além de bactérias na urina, uma pessoa com infecção urinária também poderá apresentar os seguintes sintomas:

  • Aumento da frequência urinária;
  • Dor ou ardência durante a micção;
  • Vontade urgente de urinar;
  • Dor nos rins;
  • Febre;
  • Corrimento amarelado na uretra.

Saiba mais em: Quais são os sintomas e causas de uma infecção urinária?

O diagnóstico da infecção urinária é confirmado pela urocultura (exame de urina tipo 2), que irá identificar a bactéria causadora da infecção.

É importante lembrar que cabe ao médico que solicitou o exame de urina interpretá-lo, uma vez que os resultados devem ser analisados em conjunto com a história clínica, os sintomas e o exame físico do paciente.

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Como é o exame do estradiol?

O exame do estradiol é um exame de sangue, também conhecido como E2. O exame de estradiol pode ser indicado para detectar causas de alterações no desenvolvimento das características masculinas ou femininas, menstruação irregular, sangramento vaginal, infertilidade, problemas nas glândulas suprarrenais, entre outras indicações.

Através do exame de estradiol é possível avaliar se os ovários estão funcionando corretamente, uma vez que esse hormônio é produzido por esses órgãos.

O médico pode solicitar que o exame de estradiol seja feito numa determinada hora do dia ou em um momento específico do ciclo menstrual, uma vez que os níveis de estradiol podem sofrer variações ao longo do dia e do ciclo.

Níveis altos de estradiolpodem ser um sinal de tumores ovarianos, tumores feminilizantes adrenais, puberdade precoce, doença hepática, gravidez, ginecomastia masculina, entre outras situações.

Valores baixos de estradiol podem indicar insuficiência ovariana, menopausa, síndrome de Turner, uso de contraceptivos orais, puberdade tardia e gravidez ectópica.

Níveis elevados de estradiol aumentam o risco de câncer de endométrio, acidente vascular cerebral ("derrame") e câncer de mama.

Veja também: Nível alto ou baixo de estradiol, o que pode ser?

Vale lembrar que o resultado do exame de estradiol pode sofrer alterações se a pessoa tiver anemia, hipertensão arterial, doenças renais e hepáticas, ou estiver tomando determinados medicamentos, como anticoncepcionais orais, estrogênio, corticoides, antibióticos (tetraciclina, ampicilina) e certas medicações psiquiátricas, como as fenotiazinas.

Os níveis de estradiol no corpo da mulher deve ser acompanhado pelo médico ginecologista ou endocrinologista.

Saiba mais em: Qual é a função do estradiol?