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Como tratar afta na língua?

Para tratar aftas na língua deve-se aplicar pomada com analgésicos e corticoide para aliviar a dor e controlar a inflamação, além de fazer bochechos com enxaguantes antissépticos bucais para diminuir a irritação no local.

Em alguns casos, podem ser prescritos medicamentos antibióticos para curar a infecção secundária que pode estar causando a afta na língua. Para tratar as aftas maiores, que apresentam sintomas intensos e duração prolongada, pode ser indicado também o uso de corticoide por via oral.

O uso de pomadas só é possível quando a afta está localizada em locais de fácil acesso, como língua, boca (lábios), gengiva e parte interna da bochecha. A aplicação de medicamentos tópicos em aftas na garganta, por exemplo, é inviável. Nesses casos, o tratamento é feito com gargarejos e medicamentos por via oral, quando necessários.

A utilização de produtos e terapias que agridem a base da afta, como bicarbonato de sódio, nitrato de prata e laser, não tem comprovação científica de que reduz o tempo de cicatrização da ferida. Porém, pode aliviar os sintomas em algumas pessoas.

Durante o tratamento da afta na língua ou em qualquer outro local da boca, também deve-se evitar alimentos quentes, ácidos ou apimentados, que podem irritar ainda mais a lesão.

As aftas menores, com menos de 1 cm, tendem a desaparecer espontaneamente em 7 a 10 dias sem deixar cicatriz. Já as maiores, com mais de 1 cm, podem durar até 6 semanas e deixar cicatriz.

Se as aftas não cicatrizarem dentro de um período máximo de 10 dias, consulte um dentista para avaliar o caso.

Saiba mais em: Quais são as principais causas de aftas e o que fazer para evitá-las?

Qual é o melhor tratamento para curar afta?

O tratamento da afta é feito através da aplicação de pomada analgésica e corticoide tópico para aliviar a dor e controlar a inflamação, além de bochechos com enxaguantes antissépticos para controlar a irritação no local.

Em alguns casos, podem ser prescritos medicamentos antibióticos para curar a infecção secundária que pode estar causando a afta. Para tratar as aftas maiores, que apresentam sintomas intensos e duração prolongada, pode ser indicado também o uso de corticoide por via oral.

A utilização de produtos e terapias que agridem a base da afta, como bicarbonato de sódio, nitrato de prata e laser, não tem comprovação científica de que reduz o tempo de cicatrização da ferida. Porém, pode aliviar os sintomas em algumas pessoas.

Durante o tratamento da afta, também deve-se evitar alimentos quentes, ácidos ou apimentados, que podem irritar ainda mais a lesão.

As aftas são lesões pequenas e brancas rodeadas por uma área vermelha. Ocorrem dentro da boca, principalmente na mucosa que recobre a bochecha, os lábios, a gengiva e a garganta, embora também possam aparecer sobre a língua.

As aftas não são contagiosas e podem ser pequenas ou grandes, podendo surgir isoladamente ou em grupos. As maiores, com mais de 1 cm, podem durar até 6 semanas e deixar cicatriz. Já as menores, com menos de 1 cm, tendem a desaparecer espontaneamente em 7 a 10 dias sem deixar cicatriz.

As mais comuns são as aftas herpetiformes, que surgem em grupos formados por pequenas úlceras e são recorrentes.

As causas da afta ainda não são totalmente conhecidas. Contudo, acredita-se que o aparecimento das aftas esteja relacionado com fatores imunológicos. Há ainda indícios de que a afta pode ser desencadeada por infecções virais ou bacterianas, determinados alimentos, traumas, alergias, estresse, cigarro, tendência genética e ainda falta de ferro ou vitaminas.

Para prevenir o aparecimento de novas aftas, é preciso tentar identificar as suas causas e afastar-se dos fatores que podem desencadear novas lesões.  

O dentista é o profissional indicado para diagnosticar as aftas e prescrever o tratamento mais adequado.

Quais são os primeiros socorros em caso de afogamento?

Em caso de afogamento, a primeira coisa a fazer é tirar a vítima da água. O ideal é socorrer a pessoa que está se afogando sem entrar na água, utilizando uma boia, tábua, colete salva-vidas, corda, galho ou qualquer outro objeto que a faça flutuar ou lhe permita agarrar para não afundar.

A seguir, providencie um cabo para rebocar a vítima no objeto flutuante. O cabo deve ter um laço para que a pessoa possa prendê-lo ao corpo, já que a correnteza pode impedi-la de segurar no cabo.

Após retirá-la da água, mantenha-a aquecida e peça ajuda ligando para o número 193. Se a vítima estiver consciente, deixe-a sentada enquanto aguarda pela chegada da ambulância. Se estiver inconsciente, siga os seguintes primeiros socorros:

1) Deite a vítima de lado e mantenha-a aquecida;

2) Observe se ela está respirando;

3) Siga as instruções dadas pelo atendente do 193 e leve a vítima ao hospital ou espere pela chegada do socorro.

Se a pessoa não estiver respirando, é necessário fazer a reanimação cardiopulmonar:

1) Posicione a vítima deitada de barriga para cima sobre uma superfície plana e firme (a cabeça não deve estar mais alta que os pés para não prejudicar o fluxo sanguíneo cerebral);

2) Ajoelhe-se ao lado da vítima, de maneira que os seus ombros fiquem diretamente sobre o meio do tórax dela;

3) Com os braços esticados, coloque as mãos bem no meio do tórax da pessoa (entre os dois mamilos), apoiando uma mão sobre a outra;

4) Inicie as compressões torácicas, que devem ser fortes, ritmadas e não podem ser interrompidas;

5) Não faça respiração boca a boca;

6) O melhor é revezar nas compressões com outra pessoa, mas a troca não deve demorar mais de 1 segundo;

7) A reanimação cardiorrespiratória só deve ser interrompida com a chegada do socorro especializado ou com a reanimação da vítima.

Não tente fazer a ressuscitação dentro da água. Sempre que possível, retire a vítima da água na posição horizontal.

Nunca tente salvar uma vítima de afogamento se não tiver condições para o fazer, mesmo que saiba nadar. É preciso ser um bom nadador e estar preparado para salvar indivíduos em pânico. 

Lembre-se que quase metade das pessoas que se afogam sabem nadar. Portanto, se não for apto para prestar o socorro, marque o local do afogamento e procure ajuda.

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O que é difteria e quais são as causas?

Difteria é uma doença infectocontagiosa aguda causada pela bactéria Corynebacterium diphtheriae.

A difteria pode levar a uma doença cutânea e respiratória que acomete principalmente as amígdalas, laringe e nariz.

A pessoa poderá apresentar febre, palidez, cansaço, queda do estado geral, edema na região do pescoço, aumento dos gânglios linfáticos além de obstrução das vias aéreas.

Continue a leitura em:

Quais são os sintomas da difteria e qual é o tratamento?

A difteria é prevenida por meio de vacina prevista no Calendário Nacional de Imunização. A vacina é disponibilizada gratuitamente pelo Sistema Único de Saúde (SUS) e todas as doses e reforço devem ser realizadas durante a infância. As gestantes também devem tomar uma dose da vacina (difteria, tétano e coqueluche) entre a 27ª e 36ª semana de gestação ou até 45 dias após o parto.

Dra. Nicole Geovana
Bromidose tem cura? Qual é o tratamento?

A bromidrose pode ser controlada com algumas medidas como:

  • Lavar a região afetada diariamente com a utilização de sabão e bucha vegetal;
  • Secar bem a pele após o banho, principalmente nas regiões de dobras e entre os dedos;
  • Evitar o uso de roupas apertadas;
  • Trocar a roupa íntima e meias diariamente ou após o uso;
  • Dar preferência para sapatos abertos;
  • Uso frequente de desodorantes;
  • Uso de talcos ou pó desodorante;
  • Evitar roupa de tecido sintético.

Essas medidas podem diminuir a população bacteriana nesses locais além de reduzir a secreção do suor.

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O que é bromidrose?

Dra. Nicole Geovana
O que é bromidrose?

Bromidrose é a condição caracterizada pelo odor fétido atribuído à ação de certas bactérias e leveduras que decompõem o suor humano.

Algumas condições podem favorecer o aparecimento da bromidrose:

  • Diabetes;
  • Alimentação - cebola, alho, pimenta;
  • Obesidade;
  • Cigarro;
  • Álcool.

Os locais mais frequentemente acometidos são as axilas e os pés (chulé).

A pessoa com bromidrose poderá apresentar mau-cheiro nas regiões com maior concentração de glândulas sudoríparas, como é o caso das axilas e dos pés.

Isso pode causar desconforto na pessoa e situações incômodas.

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Dra. Nicole Geovana
Narcolepsia tem cura? Qual é o tratamento?

Narcolepsia não tem cura, mas pode ser controlada. O tratamento é feito com medicamentos estimulantes e antidepressivos, que ajudam a diminuir a sonolência excessiva e inibir a cataplexia (fraqueza muscular).

Os antidepressivos mais eficazes para tratar a narcolepsia, sobretudo no controle da cataplexia, são os tricíclicos, como a imipramina e a clomipramina, e os inibidores seletivos de recaptação de serotonina, como a fluoxetina e a sertralina.

Os estimulantes (anfetaminas) atuam no cérebro para tentar reproduzir o efeito da hipocretina, uma proteína responsável por manter o estado de alerta diurno e que está em falta no organismo de quem tem narcolepsia. Contudo o efeito do medicamento não é o ideal. Novos estudos estão sendo feitos para produzir uma medicação capaz de estimular a produção da hipocretina.

Também deve fazer parte do tratamento a terapia comportamental. Tirar cochilos programados e melhorar a qualidade do sono pode ser muito útil para combater o sono incontrolável durante o dia e aliviar a fadiga persistente.

Veja aqui como melhorar a qualidade do seu sono.

O tratamento da narcolepsia é prolongado. O objetivo é controlar os sintomas, sobretudo a sonolência e a cataplexia, de maneira que o paciente mantenha uma vida social, profissional e familiar normal.

O médico neurologista especialista em distúrbios do sono é o profissional responsável por diagnosticar e tratar a narcolepsia.

Saiba mais em: O que é narcolepsia e quais são os sintomas?

O que é narcolepsia e quais são os sintomas?

Narcolepsia é um distúrbio do sono cujos principais sintomas são: sonolência excessiva durante o dia, cataplexia (perda de força muscular) e anormalidades do sono profundo (REM). Pessoas com narcolepsia não produzem uma proteína que mantém o estado de alerta diurno, pelo que sentem um sono incontrolável e podem adormecer a qualquer momento e em qualquer lugar.

Os sintomas da narcolepsia também podem incluir paralisia do sono, alucinações e sono repentino e profundo depois de ter alguma alteração abrupta de emoções como levar um susto ou dar uma gargalhada.

Apesar de ser um sinal característico da narcolepsia, a cataplexia normalmente só se manifesta após o surgimento da sonolência diurna excessiva. É comum a cataplexia ser confundida com desmaios ou até mesmo epilepsia, já que a pessoa apresenta fraqueza muscular e não consegue se movimentar por algum tempo. Isso tudo torna o diagnóstico da narcolepsia ainda mais difícil.

A principal causa da narcolepsia é a falta de uma proteína produzida pelo cérebro chamada hipocretina. Esta substância é uma das principais responsáveis por manter o estado de alerta diurno, ou seja, mantém a pessoa acordada.

O aparecimento da narcolepsia está relacionado com fatores genéticos, embora os fatores ambientais tenham um papel importante. A maioria dos casos é esporádica e não tem relação com a família. Contudo, quem tem algum parente de 1º grau com o distúrbio possui cerca de 40 vezes mais chances de desenvolver narcolepsia do que quem não tem.

O tratamento da narcolepsia é feito com medicamentos estimulantes e antidepressivos, que ajudam a diminuir a sonolência e inibir a cataplexia.

Saiba mais em: Narcolepsia tem cura? Qual é o tratamento?

O médico neurologista especialista em distúrbios do sono é o profissional indicado para diagnosticar e tratar a narcolepsia.

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O que fazer em caso de picada de escorpião?

Em caso de picada de escorpião amarelo, vermelho, marrom, preto ou de qualquer outra espécie, lave o local com água e sabão e procure atendimento médico imediatamente. Procure manter a calma e movimentar-se o mínimo possível. Se puder, capture o animal e leve-o ao serviço de saúde para facilitar a identificação do escorpião.

O que não fazer após uma picada de escorpião:

⇒ Não amarrar ou fazer torniquete na região afetada;

⇒ Não colocar nenhuma substância no local da picada nem fazer curativos para não aumentar o risco de infecções;

⇒ Não queimar, cortar ou perfurar o local;

⇒ Não ingerir bebidas alcoólicas, gasolina, álcool, querosene ou qualquer outro líquido com o intuito de cortar o efeito do veneno. Além de não produzirem nenhum efeito, podem causar intoxicações e piorar o quadro. 

O tratamento da picada de escorpião geralmente é feito com medicamentos anestésicos e analgésicos. O tempo de duração é de cerca de 6 horas. Nos casos mais delicados, a vítima recebe soro antiescorpiônico e fica em observação durante pelo menos 12 horas. 

Normalmente a picada de escorpião provoca dor moderada ou intensa ou formigamento no local. Nos casos mais graves, pode haver náuseas, vômitos, transpiração intensa, aumento da frequência cardíaca e da pressão arterial, agitação, salivação e tremores.

Os escorpiões são animais carnívoros de hábito noturno. Durante o dia, podem permanecer escondidos em lugares escuros, como armários, calçados, gavetas e toalhas.

Para evitar picadas de escorpiões e outros animais peçonhentos, é importante ter alguns cuidados, como:

⇒ Manter o jardim e o quintal limpos, evitando o acúmulo de folhas secas e outros entulhos;

⇒ Não secar roupas no chão, em cercas ou em muros;

⇒ Manter a grama bem aparada;

⇒ Limpar regularmente as áreas de terrenos baldios que ficam próximas às casas;

⇒ Sacudir os calçados e as roupas antes de usá-los;

⇒ Verificar os lençóis das camas antes de se deitar;

⇒ Deixar camas e berços afastados pelo menos 10 cm das paredes e não deixá-los em contato com as cortinas;

⇒ Colocar telas nos ralos e rodos nas portas, fechar frestas e buracos em paredes, vedar os vãos entre a parede e o forro para impedir a entrada de escorpiões na residência.

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O que fazer em caso de choque elétrico?

Em caso de choque elétrico, os primeiros socorros devem ser prestados rapidamente, pois os primeiros 3 minutos após o choque são vitais para socorrer e salvar a vítima. A primeira coisa a fazer é interromper o contato da pessoa com a fonte de eletricidade sem encostar diretamente nela. O ideal é desligar a chave geral. Se não for possível, afaste a vítima utilizando algum material que não conduz corrente elétrica, como borracha ou madeira. 

A seguir, chame o resgate através do número 192 e verifique se a pessoa está respirando, se consegue se mexer ou emite algum som. Caso não verifique nenhum desses sinais, é provável que a vítima tenha sofrido uma parada cardiorrespiratória. Nesse caso, siga os seguintes procedimentos enquanto espera pela ambulância:

⇒ Reanimação cardiorrespiratória:

1) Fique de joelhos ao lado da vítima;

2) Com os braços esticados, coloque as mãos bem no meio do tórax da pessoa (entre os dois mamilos), apoiando uma mão sobre a outra;

3) Faça 30 compressões fortes e ritmadas usando o peso do seu corpo;

4) Faça respiração boca a boca.

⇒ Respiração boca a boca:

1) Desobstrua as vias aéreas da vítima, removendo prótese dentária, sangue ou vômito;

2) Com uma mão embaixo da nuca e a outra mão sobre a testa, incline a cabeça da pessoa para trás, até que o queixo fique num nível superior ao do nariz;

3) Tape bem as narinas da vítima, inspire profundamente e coloque a sua boca sobre a boca dela com firmeza;

4) Sopre o ar com força para dentro da boca da vítima e observe o seu tórax. Se a caixa torácica se movimentar, como se a pessoa estivesse respirando, a manobra está correta;

3) Faça duas respirações boca a boca;

4) Repita novamente as 30 manobras de compressão torácica seguidas das duas respirações boca a boca;

4) Continue com a sequência até o socorro chegar ou a vítima se reanimar.

Se o choque elétrico provocar queimaduras, lave a área afetada com água corrente à temperatura ambiente, até esfriar o local. Se puder mergulhar a queimadura na água, melhor.

Saiba mais em: O que fazer em caso de queimadura?

Quanto mais precocemente a pessoa que sofreu um choque elétrico seguido de parada cardíaca receber tratamento, menores serão os danos causados ao músculo cardíaco.

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Quais são os primeiros socorros em caso de afogamento?

O que é tifo?

Tifo é o nome dado a várias doenças infecto-contagiosa causadas pelas bactérias do gênero Rickettsias.

O tifo é frequente em regiões com precárias condições sanitárias e de higiene e em locais com aglomeração de pessoas.

Os tipos mais comuns são tifo epidêmico e tifo endêmico.

Tifo exantemático ou epidêmico: transmitido pelo piolho do corpo humano. Ao coçar, a bactéria Rickettsia prowazekii penetra pela pele e atinge o sistema respiratório e olhos. A pessoa poderá sentir febre alta, dor de cabeça, calafrios, prostração, manchas rosadas ao longo do corpo, podendo evoluir para delírio, perda de consciência, pneumonia, tromboses, etc.

Tifo murino ou endêmico: transmitido pela pulga do rato. Essa doença tem uma menor duração e intensidade que o tifo epidêmico e pode ser confundida com sarampo e rubéola.

O diagnóstico de tifo é feito pela condição clínica apresentada pela pessoa. O tratamento é feito com uso de antibióticos e suporte para alívio dos sintomas.

Dra. Nicole Geovana
Nanismo: o que é e quais são as causas?

O nanismo é uma deficiência física caracterizada por baixa estatura grave. A condição começa a se manifestar sobretudo a partir dos 2 anos de idade, impedindo o indivíduo de crescer e se desenvolver durante a infância e adolescência. O nanismo pode ter como causa a deficiência de hormônio de crescimento (nanismo hipofisário ou pituitário) ou doenças ósseas genéticas. 

Homens com menos de 1,45 m de altura e mulheres que medem menos de 1,40 m são considerados portadores de nanismo.

Existem dois grandes tipos de nanismo: pituitário ou hipofisário, causado por alterações hormonais; rizomélico ou desproporcional, causado por mutações genéticas.

O nanismo hipofisário, também chamado de nanismo proporcional, tem como causa a deficiência na produção do hormônio do crescimento (GH) pela hipófise, também chamada de pituitária. Essa deficiência na produção hormonal pode ou não ter origem genética ou hereditária.

Já o nanismo rizomélico ou desproporcional é a forma mais comum de nanismo. É essa a deficiência apresentada pelo "anão" ou "anã", que são portadores do subtipo acondroplásico de nanismo. O anão tem como característica a baixa estatura e o encurtamento dos membros superiores e inferiores.

A acondroplasia tem causas genéticas, sendo originada por um defeito na ossificação do esqueleto. A grande maioria dos casos de nanismo acondroplásico é esporádico, ou seja, é o primeiro caso na família. Apenas 10% dos casos são transmitidos pelos pais.

Os especialistas responsáveis pelo diagnóstico e acompanhamento dos casos de nanismo são o endocrinologista e o ortopedista.